O olhar do autista para o mundo é diferente das pessoas neuropática, o que se chama de atividade sensorial, por isso não faz sentido afirmar que eles não gostam de barulho.
Para eles o tom da voz e expressões faciais são capazes de mudar o significado do que alguém está dizendo.
É por isso que eles têm mais dificuldades de entender e interpretar as coisas literalmente e com isso pode ter dificuldade de entender o sarcasmo, metáforas ou qualquer outra expressão comuns.
O olhar do autista para o mundo
Expectativa de vida do autista e acompanhamento medico
As pessoas que são portadoras de autismo geralmente vivem 36 anos sendo que a expectativa de vida da população em geral ultrapassa os 70 anos, entre os causa de morte o afogamento é a principal.
Os médicos neurologistas e os psiquiatras são os mais capacitados para atender os portadores de TDA.
O espectro de TDA se encaixa no chamado autismo leve de alta funcionalidade ou como era chamado antigamente a Síndrome de Asperger.
Mas o TDA é um espectro e muitas pessoas se encaixam no que é conhecido como autismo leve, de alta funcionalidade ou como era chamada anteriormente, Síndrome de Asperger.
O cérebro dos autistas processa sinais sensoriais mais depressa que o normal. Já as respostas do núcleo caudado direito, região do cérebro ligada ao aprendizado e ao controle de impulsos motores, são mais lentas.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), hoje essa condição atinge uma em cada 160 crianças no mundo e dois milhões de pessoas só no Brasil.
Mas o autismo ainda é visto por muitas pessoas como um tabu.
Níveis e diagnostico do autista
Hoje o diagnóstico de autismo é traçado conforme o nível de gravidade ou de necessidade de suporte que cada sujeito demanda.
No nível um a necessidade de pouco apoio, já no nível dois necessidade moderada de apoio e no nível três a muita necessidade de apoio substancial.
O autismo não tem cura, mas as formas de tratamento que se tem hoje evidencia a possibilidade de bom prognóstico são tratamentos que busca a reabilitação intelectual e o desenvolvimento do sujeito.
Por isso os esforços na divulgação dos sintomas precoces para família, professores das creches e escolas e para o pediatra identificar o mais precocemente hoje é mais fácil e possível.
O autismo não se tem causas totalmente conhecidas, porém há evidências de que haja predisposição genética para ele.
Sintomas do autismo
Os sintomas mais comuns de autismo são pouca visão, dificuldade para expressar ideias e sentimentos, se aborrece com mudança de rotina, tem maior sensibilidade a sons, luz, cheiro ou gosto, entre outro. O autor do livro o cérebro do autista pode te dar mais informações.
Algumas formas que pode ajudar no diagnostico do autismo é o relacionamento interpessoal afetado, é assim que ele tem o olhar para o mundo.
Também o riso inapropriado, não olhar nos olhos, frieza emocional, pouca demonstração de dor, gostar de brincar sempre com o mesmo brinquedo, etc.
O autismo com sintomas leves pode ter uma piora principalmente quando enfrentar situações de maior estresse.
O que normalmente ocasiona uma piora nos sintoma, e essa piora pode ser momentânea, por isso o acompanhamento psicoterápico é muito importante, o autismo de suporte 1 tem sintomas menos grave.
É denominado como autismo leve, podem ter dificuldade em situações sociais, comportamentos restritivos e respectivos, denominado pouco suporte nas atividades da rotina.
A pessoa com transtorno do espectro autista é considerada pessoa com deficiência para todos os efeitos legais.
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O olhar do autista para o mundo
Funcionamento da mente do autista e o diagnostico
O cérebro do autista funciona de maneira diferente e se sobrecarrega com estímulo externo, com som, luz, imagem e com cheiro
Gritar, tapar os ouvidos, fazer ruídos ou movimentos repetitivos, segundo Carly é uma forma de bloquear esses estímulos e se concentrar em apenas uma situação.
Nos Estados Unidos o diagnóstico é feito antes dos 3 anos de idade, no Brasil o transtorno só é identificado quando a criança já tem de 5 a 7 anos.
A pessoa com autismo não deve ser exigida a ter uma rotina exagerada, não deve ser ignorado jamais, não se deve ignorar um autista.
O autismo tem que ter um tratamento adequado, o diagnostico tem que ser bem para que isso ocorra.

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