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segunda-feira

Discalculia; testes e acompanhamentos.

Discalculia teste e acompanhamento
Discalculia teste e acompanhamento
 

Discalculia; testes e acompanhamentos.

O teste de discalculia envolve a observação e testagem de uma série de pontos específicos como: Contagem, Habilidades matemáticas,

Memória de trabalho, Compreensão de números, quantidade, tamanhos, Concentração, abstração e atenção, Linguagem

Discalculia e outros transtornos

O diagnóstico também envolve uma análise para verificar se há a presença de outros transtornos associados.

Estudos mostram que pode haver relação entre essa doença e distúrbios genéticos como síndrome de Turner, síndrome de Gerstmann e síndrome do X frágil.

A discalculia também pode coexistir com outros transtornos do neurodesenvolvimento, como o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). É comum ainda que se associe entre dislexia, disgrafia, disortográfica.

E para completar esse diagnóstico, o psicólogo deve avaliar também a saúde mental do paciente. Os impactos do transtorno da vida das crianças podem acarretar outros problemas, como depressão, ansiedade e a depressão na fase da adolescência.

Discalculia e dislexia

Discalculia e dislexia são dois transtornos de aprendizado distintos, porém são frequentemente diagnosticados juntos. Algumas pesquisas explicam que a coexistência desses dois distúrbios pode ocorrer por conta de um déficit na memória de trabalho.

Por isso, muitas crianças que apresentam dificuldade com matemática também possuem deficiência na leitura. Mas nem toda a criança irá apresentar dislexia, disgrafia, disortográfica e discalculia ao mesmo tempo.

Discalculia teste e acompanhamento
Discalculia teste e acompanhamento

Cura do distúrbio

Não tem cura. Por ser um déficit em uma região do cérebro, esse transtorno é uma condição permanente. Mas, a boa notícia é que existem diversas atividades que podem ajudar a melhorar esse quadro.

Tratamento da discalculia

Quando falamos sobre tratamento para discalculia, a abordagem é basicamente um conjunto de atividades para discalculia. Como não há remédios,  a abordagem terapêutica deve envolver toda a comunidade ao redor da criança.

Ou seja: pais, familiares, escola, amigos, professores e profissionais; todos devem ter consciência de que este processo exige paciência, esforço e disponibilidade. Com esse suporte, a criança poderá ser capacitada para enfrenar os seus próprios desafios.

Discalculia e estratégia na educação

O tratamento para discalculia requer a disposição de estratégias pedagógicas. Para isso, é importante identificar a área em que a criança tem mais facilidade e se sente mais confortável. Algumas recomendações devem ser levadas em conta.

Dispor de um professor auxiliar;  Respeitar o aprendizado da criança, retomando o conteúdo quantas vezes forem necessários; Prover e avançar o conteúdo de acordo com o tempo da criança.

Fornecer materiais adaptados de acordo com a sua necessidade e utilizar metodologias específicas para o tipo de discalculia apresentado.

Equilibrar o tempo gasto com explicações. A repetição sem o entendimento da criança pode frustrá-la, e atrapalhar o processo de aprendizado e memorização

Atividades que ajudam a compreensão

O intuito de atividades para discalculia é ajudar na compreensão numérica da criança. Dessa forma, uma boa dica é usar jogos e brincadeiras por obterem mais engajamento e tornarem o clima mais descontraído.

Se a criança gosta de pintar, é possível brincar com as tintas para que elas consigam contar as cores, por exemplo. Outra alternativa é apostar em objetos para aumentar a noção de cálculos matemáticos.

Discalculia teste e acompanhamento
Discalculia teste e acompanhamento

Apoio necessário para o portador de discalculia

A terapia também exerce um papel fundamental. O psicólogo trabalha o autoconhecimento das crianças e o entendimento de seu próprio transtorno. Esse trabalho ajuda a manter a autoestima e a persistência da criança diante dos seus desafios.

Vale acrescentar que esse déficit no aprendizado pode se agravar com bullying, problemas de socialização, entre outras consequências.

Por isso é tão importante oferecer apoio emocional e psicológico às crianças com discalculia. É fundamental para sua formação e também no convívio com o distúrbio.

Por ser um transtorno permanente, a pessoa precisa desenvolver seus meios de lidar com as dificuldades, criando estratégias para lidar com todas as situações que envolvam a matemática ao longo de sua vida.

quinta-feira

Causa da discalculia

 

Causa da discalculia
Causa da discalculia

Causa da discalculia

A discalculia é um transtorno do neurodesenvolvimento marcado pela incapacidade ou falta de habilidade para tarefas relacionadas a números. portanto a causa da discalculia também tem suas formas especificas para serem trabalhadas.

Em outras palavras, trata-se de uma deficiência em uma rede específica do cérebro, que faz com que a ativação seja menos precisa.

Como resultado, ela provoca uma dificuldade para aprender, raciocinar, memorizar e refletir sobre o universo numérico e matemático.

Na prática, pessoas com discalculia não conseguem associar o número 1 com a palavra “um”, por exemplo.

Por isso, na fase escolar, alunos com discalculia apresentam dificuldades para lidar com uma sequência aritmética e realizar uma operação matemática. Eles podem até entender a lógica, mas enfrentam uma barreira enorme para colocá-la em prática.

Causa da discalculia
Causa da discalculia

Sintomas da discalculia

Essa condição apresenta sintomas que variam de pessoa para pessoa, mas pode ser percebida desde muito cedo. De fato, o tipo de discalculia também influencia alguns sinais.

Entretanto, o diagnóstico de discalculia fica mais fácil quando a criança ingressa na vida escolar. Afinal, é quando os principais sintomas da discalculia se tornam mais perceptíveis.

Incompreensão do significado dos números; Lentidão no aprendizado ou realização da contagem; Não conseguir relacionar o número com a palavra e o seu som, por exemplo: o número 1 com a palavra “um”.

Dificuldade para compreender conceitos como maior ou menor, curto e longo, alto e baixo, ou para reconhecer padrões; Inaptidão ou pouca habilidade para entender e desenvolver o raciocínio lógico.

Pouca facilidade para memorizar números, sequências ou passo a passo de uma operação matemática; Dificuldade em compreender sinais de operações matemáticas, fórmulas, proporções, quantidade, medidas e formas e de aplicar a teoria. 

Problemas para interpretar gráficos, resolver equações, e realizar cálculos mentais. Pouca noção de tempo e espaço, como o entendimento das horas, medir distâncias ou quantidades.

Em resumo, alunos com esse problema podem apresentar dificuldades para lidar tanto com ações rotineiras, como nas operações matemáticas. Por isso, a família e os professores têm um papel fundamental na percepção dos sinais da discalculia.

Essa observação é essencial para o desenvolvimento da criançada. E se houver alguma suspeita, é preciso procurar por tratamento.

Causa da discalculia
Causa da discalculia


Diagnóstico da discalculia

O diagnóstico da discalculia deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar, composta, por exemplo, por neuropediatra, psicólogo, psicopedagogo e fonoaudiólogo. Tais profissionais serão capazes de avaliar e examinar diversos aspectos da criança.

Dessa forma, uma série de exames e testes específicos são feitos para o diagnóstico.

O diagnóstico também envolve uma análise para verificar se há a presença de outros transtornos associados.

Estudos mostram que pode haver relação entre essa doença e distúrbios genéticos como síndrome de Turner, síndrome de Gerstmann e síndrome do X frágil.

A discalculia também pode coexistir com outros transtornos do neurodesenvolvimento, como o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). É comum ainda que se associe entre dislexia, disgrafia, disortográfica.


segunda-feira

Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

 

Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

A criança fica pensando assim: agora eu estou escutando essa mulher falar, eu preciso silenciar esta mulher falando dentro do meu cérebro, por isso a criança fica se mexendo, fica se balançando na cadeira, levanta e senta não fica quieta.

Os pais e professores precisam entender sobre  TDAH porque assim saberá lidar com as crianças quando elas estão fazendo outras coisas como estando em movimento ela a criança consegui escutar o que a professora está falando pois assim que ela consegui se concentrar.

Quando os professores percebe ela chama atenção da criança, assim ele fica meu deus e agora.

Então o cérebro do hiperativo precisa se manter ativo é uma necessidade que possui, por isso a criança se mantendo em movimento consegue se manter com mais atenção na atividade que ele está realizando.

Então preste muita atenção porque esta criança precisa colocar toda a sua energia nesta atividade.

É muito esforço então ofereça opções de um elástico para ele mexer na mão e com isso ele terá outra atividade, é um tipo de estratégias estes elásticos que usam em academias em fisioterapia.

Coloque este elástico no pé da cadeira para o aluno ficar mexendo com o pé ele terá seu cérebro trabalhando ali e com isso vai prestar mais atenção na explicação.

A criança com TDAH tem inúmeras informações ao mesmo tempo, a velocidade no fluxo de pensamento é muito grande são muitos elementos detratores ao mesmo tempo.

O que alivia os sintomas de um portador de TDAH é dormir bem, fazer exercícios físicos, ter uma alimentação saudável, viver em um ambiente organizado e silencioso, ter uma rotina.

Sempre ter atividades relaxante, se socializar, descansar e faze pausas, ter agenda/APP, relógio, quadro branco/negro, tarefas postit e listas de tarefas dinâmicas.


Pais e professores precisam entender sobre a TDAH
Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

O que não faz bem ao cérebro

O que não faz bem ao cérebro do portador de TDAH é dormir pouco, ser sedentário, ter uma má alimentação, ser desorganizado, viver em ambiente barulhento.

Ficar estressado e ser pressionado, ficar isolado, ter sobrecarga de trabalho, fazer uso excessivo de celular, ser julgado e criticado diariamente, e ter tarefas monótonas e repetitivas.

O que a lei 14.254/2001 nos diz.

A lei 14.254/2001 em seu art. 1º diz: O poder público deve desenvolver e manter programa de acompanhamento integral para educandos com dislexia, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ou outro transtorno de aprendizagem.

Portanto nos deixa claro que é necessário um acompanhamento de forma multidisciplinar, que deve ser acompanhado por uma equipe escolar, médica e terapeuta.

Esse processo é muito importante para que a criança e adolescente seja avaliado e assistido por uma intervenção em todos os âmbitos.

No art.2ºdiz: as escolas da educação básica das redes básicas das redes públicas e privadas, com o apoio da família e dos serviços de saúde existentes, devem garantir o cuidado e a proteção ao educando com dislexia.

TDAH ou outro transtorno de aprendizagem, com vistas ao seu pleno desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social.

Com o auxílio das redes de proteção social existentes no território, de natureza governamental ou não governamental.

Portanto isso quer dizer que envolve inclusive a parte   emocional da criança e adolescente com TDAH, a qual sabemos ser muito afetada desde muito cedo.

Também deixa claro sobre a questão dos rótulos que muitas vezes são colocados ou permitidos interferindo em seu desenvolvimento mental e social.

Já no art.3ª diz: educandos com dislexia, TDAH ou outro transtorno de aprendizagem que apresentam alterações no desenvolvimento da leitura e da escrita, ou instabilidade na atenção.

Que repercutam na aprendizagem devem ter assegurado o acompanhamento específico direcionado a sua dificuldade, da forma mais precoce possível, pelos seus educadores do âmbito da escola na qual estão matriculados.

E podem contar com apoio e orientação da área da saúde, de assistência social e de outras politicas publicas existentes no território.


Pais e professores precisam entender sobre a TDAH
Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

Então nesse artigo deixa bem claro que o acompanhamento especifico direcionado a sua dificuldade significa que as atividades e rotina adaptadas é um direito do educando e que deve ser cumprido para o bom desenvolvimento do mesmo.

Sem que seja prejudicado.

Enquanto que no art. 4º diz: necessidades especificas no desenvolvimento do educando serão atendidas pelos profissionais da rede de ensino em parceria com profissionais da rede de saúde.

Aqui vem lembrar sobe o atendimento multidisciplinar, que também é um direito e quando houver a necessidade de um acompanhamento terapêutico deve ser sim realizado em benefício da saúde com metas de acompanhamento.

Sendo assim, com um profissional está ligado a outro para se chegar a um determinado atendimento melhor ao paciente portador.

Art. 5º diz: no âmbito do programa estabelecido no art. 1º da lei, os sistemas de ensino devem garantir aos professores da educação básica amplo acesso à informações.

Inclusive quanto aos encaminhamentos passiveis para atendimentos multissetorial, e formação continuada para capacitá-los à identificação precoce dos sinais relacionados aos transtornos de aprendizagem ou ao TDAH.

Bem como para o atendimento educacional escolar dos educadores.


Pais e professores precisam entender sobre a TDAH
Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

Nesse sentido é muito interessante e importante, pois não basta apenas colocar o estudante dentro da sala de aula e achar que o professor deve dar conta sozinho.

É necessário oferecer um apoio e isso significa ampliar o conhecimento dos professores com formação continuada, acesso as informações necessárias e capacitação.

Esta lei foi publicada no dia 30 de novembro de 2021, portanto deve ser cumprido todas as opções.

quinta-feira

Dislexia e a Importância do Diagnóstico


Dislexia e a importância do diagnóstico.

Dislexia e a importância do Diagnóstico
Dislexia e a importância do Diagnóstico


Causa:

As causas da dislexia estão relacionadas a fatores genéticos, com origem na alteração cromossômica, transmitida de forma hereditária, o desenvolvimento tardio do sistema nervoso central que são problemas na estrutura do cérebro e na comunicação pouco eficaz entre alguns neurônios.

O cérebro do portador de dislexia tem dificuldades para associar os sons das letras, tendo assim o comprometimento da junção interpretativa das sílabas que gera a formação de palavras.

Também apresenta barreira na associação entre os conceitos e símbolos matemáticos interferindo na resolução dos significados.

Como em qualquer ação do corpo humano, os atos de ler e escrever percorrem vários caminhos no cérebro, e nesse percurso o cérebro do disléxico sofre desvios gerando assim dificuldades para o portador de dislexia.

 

Diagnostico:

A tarefa de identificar a condição é multidisciplinar ela envolve psiquiatra da infância ou neuropediatra além de relatos de profissionais que possam sinalizar déficits em atividade escolares como o psicopedagogo ou fonoaudiólogo.

Testes criteriosos, análise do quadro clínico e histórico da criança são fontes de dados extremamente relevantes.

Pais, professores e demais pessoas que acompanham a rotina diária do possível portador devem relatar as dificuldades vivenciadas ou encontradas pelas crianças bem como observar o grau de desenvolvimento de cada faixa etária.

 

O que se deve observar:

  • Dispersão
  • Falta de atenção
  • Atraso da fala e linguagem
  • Dificuldade em aprender rimas e canções
  •  Atraso na coordenação motora
  • Falta de interesse por livros
  • Desorganização contínua 

 

Tipos de dislexia são:

Dislexia visual: dificuldades em diferenciar os lados direito e esquerdo, erros na leitura devido à má visualização das palavras.

Dislexia auditiva: ocorre devido a carência de percepção dos sons, o que também acarreta dificuldades com a fala.

Dislexia mista: é a união de dois ou mais tipos de dislexia

 

Dislexia e a importância do Diagnóstico

O pensamento do Dislexo:

Pessoas com dislexia processam informações em seus cérebros de forma diferente da maioria das pessoas, elas pensam de uma maneira diferente.

A maioria das pessoas pensa principalmente no hemisfério esquerdo do cérebro, enquanto os disléxicos pensam predominantemente no hemisfério direito.

 

As letras que os disléxicos confundem:

Eles confundem letras e palavras parecidas, revertendo por vezes as letras:  /b/ por /d/ ou /apartar/ por /apertar/. A escrita tende a ser inconstante, apresentando letras de tamanhos diferentes, omissões, rotações, inversões, sendo as emendas e as rasuras frequentes.

 

O que piorar a dislexia:

A dislexia não piora, mas pode dar a impressão de que está mais grave quando a pessoa está sob pressão ou quando aumenta a demanda pelas habilidades exemplo: se o disléxico é pressionado para ler cada vez mais rápido na escola.

 

A vantagem de ser Dislexo:

E é exatamente isso que os especialistas consideram: os disléxicos, que tendem a não ser bons com detalhes, aprendem a se sobressair ao captar facilmente o grande cenário das situações e têm mais facilidade em produzir ideias originais

 

Prova para um Dislexo:

Nas provas de matemática, física e química, deve ser permitido o uso de calculadoras, pois dificilmente eles conseguem decorar a tabuada e as fórmulas, sendo ideal aplicar as provas em uma sala separada do restante da turma e com a presença de um leitor”, para auxiliar o dislexo.

 

Dislexia e a importância do Diagnóstico
Dislexia e a importância do Diagnóstico

Os benefícios da dislexia:

Torna o processo de criação em design, arquitetura, engenharia e até a elaboração de estratégia de jogos mais facilitada, tendo a comunicação e a capacidade de narrativa, de contar histórias mas também de pegar conceitos complexos e explicá-los de forma simples para as outras pessoas.

O pensamento disléxico flui com diferenciais positivos, a criatividade e a capacidade de criar peças, trabalhos, serviços totalmente originais ou de usar sua imaginação para dar novos rumos para ideias, objetos, projetos, e outros, já existentes. Isso traz aos disléxicos o “rótulo” de inovadores e criativos.

Eles têm a visualização e a capacidade de interpretação física de objetos e espaços, posicionamento, dimensionamento, conexões, e torna o processo de criação em design, arquitetura, engenharia e até a elaboração de estratégia de jogos mais facilitada.

Também tem a comunicação e a capacidade de narrativa de contar história, mas também de pegar conceitos complexos e explicá-los de forma simples para as outras pessoas.

Há também competências mais genéricas que merecem um grande destaque como a curiosidade e o interesse por diversos assuntos, pesquisa, investigação; com muita motivação e um objetivo claro de aplicação do conhecimento adquirido.

A conexão que tem consigo mesmo (autoconhecimento) e com os outros, gerando empatia e capacidade de influência/inspiração sobre as pessoas.

O raciocínio lógico e a capacidade de entendimento para análise, decisão e visão ampla sobre problemas e situações tem um grande diferencial na hora de resolver problemas.

segunda-feira

Dislexia e o tipo mais comum

A dislexia e o tipos mais comum é um distúrbio genético, ela dificulta o aprendizado e também a realização da leitura e da escrita, este distúrbio esta presente entre 5% e 17% da população mundial e pode afetar também a área visual e auditiva.

Ela é geralmente diagnostica na infância, no período de alfabetização, também pode ser diagnostica em adulto.

Esse distúrbio tem três tipos de graus sendo eles; leve, moderado e o grave que é o que interfere no aprendizado das palavras e da leitura.

Alguns sinais da dislexia são: lentidão na aprendizagem, ter dificuldade de se concentrar, as palavras escritas de forma estranha, dificuldade de soletrar as palavras e trocar as letras com o som e a grafia parecida.

 

Dislexia e o tipo mais comum
 

Tipos de dislexia:

A dislexia visual é um dos tipos mais comum ela causa dificuldade em diferenciar o lado esquerdo e direito, erros na leitura devido à má visualização das palavras.

Na dislexia auditiva é a percepção do som que é carente acarretando dificuldade também na fala.

E a dislexia mista que é a união de dois ou mais tipos de dislexia e com isso o portador poderá ter dificuldade visual e auditiva ao mesmo tempo.

Na primeira infância o portador de dislexia poderá ter os sintomas como dispersão, falta de atenção, atraso da fala e linguagem.

Também terá dificuldade em aprender rimas e canções, não tem interesse em leitura de livros nem de se quer olhar para um livro, e por fim tem atraso na coordenação motora.

Já com sete anos a criança portadora de dislexia estará na fase escolar e os sintomas será baixa autoestima, dificuldade em ler em voz alta, fica desatento.

É desorganizado, é disperso, tem dificuldade na aquisição e automatização da leitura e da escrita.

Ao atingir a fase adulta o portador de dislexia demonstra o sintomas na demora em ler um livro, começa a ler e já salta para o final das paginas do livro, tem dificuldade de pensar o que vai escrever.

Ao fazer anotações tem muita dificuldade, a uma dificuldade grande em seguir os que os outros dizem também com sequencias, tem dificuldade na gestão do tempo e no calculo.

Tem muita necessidade em reler varias vezes o mesmo texto para ter uma compreensão, tem dificuldade na escrita, tendo erros  de trocas de palavras tem esquecimento  na pontuação e na gramática. Entre outros.

 

Causa, diagnostico e tratamento da dislexia

As causas da dislexia esta relacionada a fatores genéticos.

O desenvolvimento tardio do sistema nervoso central muitas vezes tendo problemas na estrutura do cérebro e a comunicação fica pouco eficaz com alguns neurônios, mas não afeta a inteligência do individuo.

O diagnostico e também o tratamento tem que ser feito com uma equipe multidisciplinar com os profissionais da saúde, fonoaudiólogo, psicólogo e da educação o pedagogo, psicopedagogo.

Para ser confirmado que o sujeito é portador de dislexia.

Por ser um distúrbio genético não se tem como prevenir, a melhor coisa a se fazer é detectar ela o mais cedo possível assim será mais fácil assegurar o aprendizado da criança éter uma qualidade de vida também melhor.

A dislexia é considerada um transtorno especifico de aprendizagem e é de origem neurológica, o portador apresenta um funcionamento peculiar do cérebro para que ocorra os processamentos linguísticos com a leitura.

O profissional que estiver com esta criança tanto na escola quanto nas clinicas terá o conhecimento das causas e da dificuldade, sabendo as característica do individuo, assim poderá utilizar a linha que achar mais conveniente.

Tendo assim o resultado de forma mais progressiva e consistente também.

Os dislexos sempre contornam as suas dificuldades, eles tem sua própria lógica, sendo muito importante ter um bom entrosamento entre o profissional e o portador de dislexia.

Com esforço o adulto aprende a conviver com sua dificuldade e se tiver feito um tratamento adequado.

Com isso eles aprendem a desenvolver estratégias que compensarão esta dificuldade e vai assim facilitar a vida em seus estudos acadêmicos.

A dislexia não piora mas pode das impressão de que esta mais grave quando o portador esta sob pressão ou quando aumenta a demanda pelas habilidades que a dislexia compromete, como fazer uma leitura rápida.

Portanto o dislexo que não são bons com detalhes aprende a se sobressair com facilidade para captar um grande cenário das situações tem mais facilidade em produzir ideias originais.

Nas provas de matemática, física e química deve ser permitido o uso da calculadora pois dificilmente o portador de dislexia ira decorar a tabuada e as formulas.

Ao fazer provas o ideal era que o portador de dislexia faça esta prova em sala separada e nessas salas não deve ter som com detalhes com isso ele tem mais facilidade para produzir ideias originais.

quinta-feira

Discalculia

A Discalculia é um transtorno especifico de aprendizagem que é caracterizado pela dificuldade persistente para entender os números, o que pode levar muitas vezes a criança a ter dificuldade de aprender matemática e entender cálculos simples.

Como somar ou subtrair valores ou compreender quais os números que são maiores ou menores.

Não tem conhecimento de causa especifica a discalculia muitas vezes esta associada a outros problemas de concentração e compreensão, como o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) ou a dislexia.

O tratamento geralmente é indicado de forma precoce. Ao verificar algo diferente deve ser levado a criança ao pediatra.

Assim o médico ira indicar um tratamento com desenvolvimento de estratégias para que seja facilitado o aprendizado e evitar atrasos no desenvolvimento escolar ou ate mesmo ansiedade.

 

Discalculia

Sintomas Da Discalculia

Os principais sintomas da discalculia é a dificuldade para contar, especialmente de trás para frente. 

Atraso na aprendizagem para somar. Dificuldade para saber qual numero é maior quando comparado números simples como o 4 e o 6.

Não consegue ter estratégia para fazer contas, como contar nos dedos. 

Dificuldade para distinguir sinais de cálculos matemáticos. Dificuldade em terminar contas e organizar os problemas.

Dificuldade em associar um número com uma palavra. Dificuldade de entender frases matemáticas como maior que e menor que. Dificuldade para estimar tempo.

Tem também dificuldade para entender a velocidade e a distancia, também tem dificuldade para cálculos mais complexos do que somar entre outros.

Os primeiros sintomas da discalculia surge por volta do 4 a 6 anos de idade.

Quando a criança esta começando aprender os números e geralmente é diagnosticado por volta dos 7  anos quando a criança começa a aprender os cálculos matemáticos na escola.

A matemática é uma matéria que mais ajuda no desenvolvimento cognitivo.

Portanto este problema deve ser identificado o mais cedo possível para que seja assim iniciado um tratamento e evitar sentimentos de insegurança e incerteza ou ate mesmo uma ansiedade na criança.

A discalculia quando não for identificada na infância ela vai com certeza interferir na vida adulta, causando dificuldade para entender valores dificuldade para usar dinheiro como receber troco por exemplo.

 

Discalculia
Discalculia

Causa da Discalculia

A causa exata para esse transtorno ainda não é completamente conhecida.

Portanto acredita que esse transtorno esta relacionado com alterações genéticas na estrutura ou na função de áreas do cérebro relacionada com números e cálculos, uma vez que é comum que surja em pessoas da mesma família.

A discalculia geralmente esta associado a algum outro transtorno como o TDAH, a dislexia, o autismo ou o transtorno do processo sensorial. 

Ela também pode surgir na vida adulta não sendo relacionada a dificuldade de aprendizagem mas geralmente quando ocorre danos no cérebro que pode afetar áreas de números como traumas ou tumores cerebral ou um AVC.

O tratamento da discalculia deve ser feito em conjunto  com os pais, familiares, amigos e professores que consiste em ajudar a criança a desenvolver estratégias para que permita que ela contorne os problemas.

Por tanto é muito importante identificar áreas que as crianças têm mais dificuldade para que seja estimulada a aprendizagem. Alguma ideia deve ser seguidas como guia.

Com isso deve se usar um objeto para ensinar calculo de somar ou subtrair.

Começar com um nível onde a criança se sinta confortável e vai lentamente avançando para um processo mais complexo. 

Sempre reservar tempo para ensinar com calma e ajudar a criança a praticar. Reduzir sempre a necessidade para memorização.

A discalculia e a dislexia são conhecidas como transtornos distintos. Na dislexia os sinais e manifestações de discalculia variam em cada pessoa, podendo afetar uma mesma pessoa de diferente forma ao longo da vida.

As pessoas afetadas com discalculia tem o senso numérico fraco, tem dificuldade para estimar quantidade.

Também tem dificuldade para contar de trás para frente, tem dificuldade para lembrar de fatos matemáticos básicos, mesmo passando por muitas horas de pratica.

Contudo a pessoa com discalculia tem  dificuldade para entender a função do numero zero no sistema hindu-arábico.

Tem esquecimento de estratégias matemáticas, principalmente de procedimento longo com varias etapas como a decisão de números grandes. Entre outros.

Com as habilidade que se devolve ao longo dos anos, ai vem a insegurança e a dificuldade na disciplina de matemática, por isso é importante identificar cedo a discalculia.

A dificuldade da discalculia nos anos finais do ensino fundamental é de entender os conceitos matemáticos como a propriedade comutativa (3+5 é igual a 5+3).

E a inversão (saber a resposta para 3+26 – 3 sem precisar calcular. Entre outras dificuldades.

No ensino médio a dificuldade é de entender as informações apresentadas em tabelas e gráficos, dificuldade para lidar com dinheiro, como calcular o troco ou a gorjeta, entre outros.

A dificuldade é característica no aprendizado dos números, as crianças apresentam uma inabilidade para lidar com contagem.

Essa sequencia e operação aritmética, mas é importante que isso não tenha a ver com a inteligência e sim com a deficiência na compreensão matemática.

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