domingo

Pais Brilhantes, Professores Fascinantes – Augusto Cury

O livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, relata a dificuldade da tarefa escolar neste mundo contemporâneo, onde os pais e os professores buscam meios para educar e tornar as crianças e adolescentes mais felizes e sábios.

Porem eles estão completamente perdidos nesta tarefa, pois a educação atual prepara as crianças para o mundo capitalista baseada no comunismo e no trabalho.

A educação humanizada fica de lado, o pensamento baseado na educação humanizada, na afetividade que prepara o aluno a pensar criticamente fica tudo de lado porem com sentimento.

O autor coloca ainda que os pais se esquecem do mais importante que é sua presença e o seu amor junto aos seus filhos e isso acontece também na escola.

Porem ser impaciente e desistir de educar alunos desinteressados e agressivos, não cumprir com a palavra, sendo a confiança difícil de ser construída.

É muito mais fácil ser demolida e destruir sonhos e a esperança tirando deles a motivação para caminhar.

No decorrer do livro também se comenta sobre os cinco papeis da memória humana, considerada a caixa de segredos da personalidade humana, onde tudo que somos e pensamos provem dela.

Fica claro que a educação  inteligente forma aluno mais pensadores e felizes, neste caminho de ensino tendo em conjunto a motivação, disciplina.

Vai contribuir com a ansiedade vivenciada pelos agentes da educação em especial os educadores e educandos.

Contudo tem despertado muito esta reflexão e discussões objetivando assim detectar as causas das dificuldade de aprendizagem e consequentemente a evasão escolar.

   

Pais Brilhantes, Professores Fascinantes – Augusto Cury

sexta-feira

Sala Multifuncional para alunos de inclusão com TDAH, Dislexia Entre Outros

As formações acadêmicas não prepara os seus acadêmicos em relação a educação  inclusiva.

A sala multifuncional para alunos de inclusão com TDAH, Dislexia entre outros transtornos. Ficando assim muita lacunas sobre o assunto.

Nas escolas o número de alunos com algum tipo de transtorno vem aumentando muito, os diagnósticos são claros.

E com isso muitos professores não aceitam que o aluno tenha realmente uma dificuldade.

Portanto é ainda possível que muitos professores acreditam que o aluno muitas vezes não tem limite e não gosta de estudar.

Para este professor é mais fácil lhe dar com um aluno autista, com síndrome de Down ou microcefalia porque fica mais evidente.

Os alunos com dislexia, disgrafia e discalculia merecem atenção especial.

Sendo mais difícil dar o suporte necessário para o professor nesses casos.

Com isso o aumento de aluno com depressão vem aumentando e assim prejudica ainda mais o ensino aprendizagem.

 

   Sala Multifuncional para alunos de inclusão com TDAH, Dislexia Entre Outros
 

Lei de Diretrizes e Base da Educação

Conforme a LDB, todo e qualquer aluno pode apresentar ao longo de sua aprendizagem alguma necessidade educacional especial.

Essa necessidade pode ser temporária ou permanente, vinculada ou não aos grupos já mencionados anteriores.

Aja visto que foram reorganizados com a consonância da nova lei da LDB. 

Que são os não vinculados a uma causa orgânica especifica e os relacionados as condições disfunções, limitações a deficiência.

Então os alunos precisam ser atendidos pela AEE, para que seja feito o relatório pedagógico com sondagens.

Também com avaliações e assim poder ter um acompanhamento clinico correto com os profissionais para que o apoio seja integrado.

Professor, neurologista, médico pediatra, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, psicopedagogo, pedagogo, neuropsicopedagogo, etc.

Assim será possível propor um plano correto de ação e atividades de melhor qualidade para este aluno.

Visto que este aluno precisa se sentir pertencido a este ambiente da sala de aula e escola. 

A proposta de aprendizagem para eles tem que ter significado adequado.

Enquanto educadores precisamos ser pesquisadores de nossas praticas.

Sempre estar em busca de novas informações para podermos analisar com coesão e critica.

Tendo firmeza clareza no que estamos trabalhando.

Deixando claro também que os alunos com TDAH, Dislexia entre outras.

São sim alunos de inclusão, mas não é publico alvo de educação especial.

A política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva estabelece com publico alvo da educação especial.

Estudantes com deficiência, TEA e altas habilidades.

 

Sala Multifuncional para alunos de inclusão com TDAH, Dislexia Entre Outros
   Sala Multifuncional para alunos de inclusão com TDAH, Dislexia Entre Outros
 

TDAH, Dislexia, Disgrafia, Discalculia, Depressão

Os alunos com TDAH, dislexia, disgrafia, discalculia, depressão, etc., não tem direito ao AEE. 

Mas tem direito a plena participação e aprendizagem.

E ao desenvolvimento de suas potencialidades em igualdade de condições com todos os demais.

Este direito garantido por lei. Portanto alunos diferentes demandam estratégias pedagógicas diferentes.

Os professores devem ser mais criativos com seus planos de aula para ter uma melhor aprendizagem dos alunos.

Podendo assim contribuir muito e sempre devem buscar alternativas e estabelecer parceria com outros profissionais.

Assim será possível contribuir para ambos.

 

Salas de Recursos Multifuncional

A sala de recurso permitem que os alunos além de frequentar as aulas nas turmas regulares frequentam também aula em contra turno.

Assim o reforçar do aprendizado será  deacordo com as especificidades de cada estudante.

Entre tantas opções o aluno com problema de visão, por exemplo, pode usar lupa eletrônica para ampliar o tamanho da letra.

O aumento da letra no computador ou jogar uma partida de domino com textura, permite assim que identifique as peças pelo tamanho.

Além de aprender a escrever em braile com materiais específicos para isso.

O aluno surdo pode assistir a historinhas na língua de sinais e os problemas motores tem acesso a um teclado de computador especial.

Os coordenadores de sala multifuncionais são importantes para eliminar barreiras que dificultam o aprendizado.

Os alunos com deficiência, ao ser acompanhado com aula complementar com o processo de ensino da sala de aula regular.

Há dois tipos de sala de aula multifuncional, a primeira tem uma estrutura básica capaz de atender a qualquer deficiência. 

a segunda sala funcional é mais voltada para os alunos cegos, e trás recursos como impressoras de braile.

Globo terrestre com continente e pais em braile e calculadora sonora.

Os professores que atenderá a sala de recursos multifuncional deverão ser preparados para poder atender com qualidade de ensino estes alunos.

Estes alunos que podem apresentar deficiência mental, física ou sensorial no caso dos cegos ou surdos.

Os estudantes também podem apresentar transtorno global do desenvolvimento que também indica necessidade especifica de socialização como o autista.

Os alunos com altas habilidades ou superdotado tem talentos acima da média. 

Os dois tipos de sala de recursos multifuncionais estão equipados para atender a todos.

quinta-feira

Mestre da Vida - Augusto Cury

Jesus Cristo dedicou sua vida a nos mostrar o caminho da sabedoria e, mesmo no auge da dor física e psicológica, foi capaz de transmitir lições de fé, de amor, de superação e de humildade. 

Em O mestre da vida, Augusto Cury decifra as profundas mensagens deixadas por Jesus desde a sua prisão e o seu julgamento até a sua condenação à morte na cruz.

Lançando uma nova luz sobre as passagens mais comoventes da Bíblia, Cury nos faz redescobrir essa personalidade que foi o divisor de águas da história da humanidade. 

Ele não usava armas nem tinha um exército atrás de si. Sua única arma eram suas palavras e atitudes. Quando falava, arrastava multidões, incendiava corações e destruía preconceitos. 

Ao reafirmar suas convicções durante seu julgamento – sabendo que isso o levaria à morte –, Jesus provou que só tornamos nossa alma verdadeiramente livre quando somos fiéis às nossas crenças e agimos de acordo com o que nos faz felizes.


Mestre da Vida - Augusto Cury

quarta-feira

Mecanismo, Patofisiologia e Neuropsicologia no Autismo

O autismo resulta de sintomas com mudanças relacionadas à maturação de vários sistemas do cérebro que esteja bem comprometido. O mecanismo pode dividir em duas áreas.

Sendo que é a fisiopatologia das estruturas cerebrais e processos associados ao autismo. Já as ligações entre estas estruturas da neuropsicológia e comportamentais cerebrais tendem a parecer com múltiplas Patofisiologia.

O autismo é diferente de muitas outras doenças cerebrais ela não tem um mecanismo claro de unificação ou um nível molecular, celular ou sistema.

Não se sabe se tem alguma desordem causada por mutação convergente em alguma via molecular comum, ou se é um conjunto grande de varias doenças.(mecanismo,patofisiologia e neuropsicologia no autismo).

Portanto tem duas grandes categorias de teorias cognitivas que tem sido propostas sobre as relações entre o cérebro e o comportamento autista.

Na categoria que se consiste em déficit da cognição social, aqui o autista pode sistematizar, pode desenvolver regras internas de funcionamento para lidar com eventos no interior do cérebro extremamente masculino.

Já a de processo não social ou geral, as funções executivas, como a memória de trabalho, planejamento, inibição. Em sua avaliação a alegação que se da a disfunção executiva com  um fator causal no autismo é controversa.

Fica, portanto evidente que a disfunção executiva desempenha um papel nos déficit social e cognitivo observados em indivíduos com autismo.

 

Mecanismo, Patofisiologia e Neuropsicologia  no Autismo
Mecanismo, Patofisiologia e Neuropsicologia  no Autismo
 

Diagnóstico

O diagnostico do autismo é baseado no comportamento e não nas causa ou mecanismo. O autismo afeta em média uma em cada nove crianças.

O aumento do numero de prevalência de autismo levanta uma discussão importante sobre haver ou não uma epidemia da síndrome no planeta, ainda em discussão pela comunidade científica.

O autismo é uma condição de bases biológicas e bem mais frequentes do que se acredita.

 

Principais Tratamentos no Autismo

Os tratamentos no autismo são estimular o desenvolvimento social e comunicativo, aprimorar o aprendizado e a capacidade de solucionar os problemas, diminuir o comportamento que interferem com o aprendizado e com o acesso as oportunidades de experiências do cotidiano e ajudar as famílias a lidarem com o autista.

Para que o déficit diminua e a angustia familiar também, e assim a qualidade de vida e independência funcional melhore não existe um tratamento único melhor, devem ser personalizadas as limitações e necessidades da pessoa.

Os autistas além do acompanhamento psicológico pode ter juntado as intervenções de fonoaudiologia, a terapia ocupacional entre outros profissional que vai ajudar muito o autista.

 

Mecanismo, Patofisiologia e Neuropsicologia  no Autismo
Mecanismo, Patofisiologia e Neuropsicologia  no Autismo

Oposição De Cura do Autismo

Familiares e defensores da neurodiversidade e da aceitação doa autismo se posicionam contra a proposta de curar o autismo, inclusiva tem muitos que chegaram a comparar a proposta de eugenia.

Muitos falam que o autismo não deveria ser considerado uma doença porque para eles não e algo que se deve curar. 

Para eles o problema não é a condição, mas sim o preconceito e a discriminação contra o autismo e o despreparo da sociedade em incluir plenamente essas pessoas e atender a necessidade especifica.

Portanto a promessa de dura para o autismo seria todo um paradigma de patologização e estilização e de não aceitação das diferenças neurológicas.

Que muitas vezes, implica em terapias que tentam forçar a correção de comportamento autismo inofensivo.

A analise comportamental aplicada é considerada um abuso e violência pelos autistas elas causam traumas e outros danos psicológicos e também tratamentos mentais.

Para os defensores do autismo a cura implicaria desde diminuir ou eliminar todos os aspectos, a sinceridade, a não adesão aos costumes de mentir e julgar outras pessoas, aversão a fazer jogos sociais e psicológicos.

A grande inteligência e curiosidade doa autismo em seus hiperfoco, o desapego de expectativas sociais são desejos matérias que lhes são pouco ou nada necessário a avantajada memória de longo prazo.

Portanto por muitos o autismo é a polarização privilegiada do mundo dos pensamentos, das representações e dos sentimentos pessoas do individuo.

Onde a perda em amor ou menor grau da relação a dados e exigências do mundo circundante.

Fica assim esclarecido que o autismo não possui causas totalmente conhecidas, porem há evidencias de que já haja predisposição genética para o distúrbio.

Mesmo tendo muitos que supõe ser um papel de infecção que se teve durante a gravides e mesmos fatores ambientais como a poluição para que se ocorra o desenvolvimento do autismo. Contudo ainda fica muitas duvidas.

Autismo e Neuropsicologia

Autismo e Neuropsicológica também conhecido como o manual de diagnostico e estatística dos transtornos mentais, antiga DSM IV, é um transtorno neurológico caracterizado por comprometimento da interação social.

Também por comprometimento da comunicação verbal e não verbal e comportamento restrito e repetitivo. Os sinais geralmente desenvolvem gradualmente tendo algumas exceções.

Autismo tem por causa comum genética, diferente de muitas outras doenças cerebrais, como o mal de Parkinson o autismo não tem um mecanismo claro de unificação.

Seja ele de nível molecular, celular ou sistemas, não se sabe se o autismo é composto por alguma desordem causada por mutação convergente em alguma via molecular comum, ou se é um grande conjunto de doenças com diversos mecanismos.

 

Autismo e Neuropsicologia
Autismo e Neuropsicologia

 

Neuropsicologia

A duas categorias de teorias cognitivas que são propostas sobre as relações entre cérebro e comportamento autista. O déficit da cognição social é a primeira categoria.

A teoria da sistematização e empatia de Simon Baron diz que o individuo autista pode sistematizar, ele pode desenvolver regras internas de funcionamento para lidar com eventos no interior do cérebro.

Contudo são menos eficazes na empatia por manipulação de eventos gerados por outros agentes.

Uma extensão, a teoria do cérebro extremamente masculina é a hipótese de que o autista é um caso extremo do cérebro masculino.

Na segunda categoria se concentra o processamento não social ou geral que são as funções executivas, como memória de trabalho, planejamento, inibição. Avaliações feitas afirmam que a alegação de disfunção executiva como um fator causal no autista é controversa, fica evidente que a disfunção executiva.


Critérios de Diagnóstico

Os critérios de diagnósticos exigem que os sintomas se tornem aparentes antes da idade de três anos.

O autismo afeta o processamento de informações no cérebro, alterando a forma como as células nervosas e suas sinapses se conectam e se organizam, não sendo compreendido ainda como isso ocorre.

O transtorno antigamente era classificado separadamente como síndrome de asperger e o transtorno global do desenvolvimento sem outra especificação, hoje fazem parte de uma única classificação diagnostica.

As intervenções precoces em deficientes comportamentais, cognitiva ou da fala podem ajudar as crianças autistas a ganhar autonomia e habilidades sociais e de comunicação.

 

Características do Autismo

O autismo é um transtorno neurológico altamente variável que aparece pela primeira vez durante a infância ou adolescência e geralmente segue um curso estável, sem remissão.

Os sintomas evidentes começam gradualmente após a idade de seis meses, mas geralmente estabelecem entre os dois ou três anos e tendem a continuar ate a idade adulta.

Ele se destaca não só por um sintoma mas sim por uma tríade de sintomas característicos, que ocasiona prejuízo na interação social, deficiência na comunicação e interesse e comportamento repetitivo e restrito.

 

Autismo e Neuropsicologia
Autismo e Neuropsicologia
 

Desenvolvimento Social

Mais ou menos uns terços dos portadores de autismo não se desenvolvem o suficiente para ter uma fala natural e que satisfaça suas necessidades diárias de comunicação.

O individuo portador de autismo tem prejuízos sociais e muitas vezes falta a intuição sobre os outros que muitas pessoas consideram trivial.

A incapacidade de compreender a comunicação social neurótica. Como já citado a cima o autismo não se desenvolve o suficiente para ter uma fala natural e que satisfaça suas necessidades diárias de comunicação.

A diferença na comunicação pode estar presente nos primeiros anos de vida da criança e podem incluir o inicio tardio do balbucio, gestos comuns, capacidade de resposta diminuídas e padrões vocais que não são sincronizados com o cuidador.

No segundo e terceiro anos de vida a criança com autismo tem menos balbucio frequentes e consoantes, palavras e combinações de palavras menos diversificadas, seus gestos são menos frequentes integrados as palavras.

As crianças com autismo são menos propensas a fazer pedidos ou compartilhar experiências e são também mais propensas a simplesmente repetir as palavras dos outros ou reverter pronomes trocando o eu por você.

A criança com autismo pode ter dificuldade em jogos imaginativos e com o desenvolvimento de símbolos em linguagem.

Os autista tem vários comportamentos repetitivos sendo algumas estereotipia o comportamento compulsivo ele organiza objetos em pilas e ou linhas.

Uniformidade resiste a mudanças, comportamento ritualístico envolve um padrão invariável de suas atividade diárias como um menu imutável ou mesmo no ritual de se vestir.

Comportamento restrito é o foco que é limitado só em um interesse de atividade, se preocupa somente com uma coisa.

Automutilação que inclui os movimentos que ferem ou pode ferir a pessoa como o dedo nos olhos, bater a cabeça ou morder as mãos, cutucar ou ferir, arranhar ou pressionar algo em seu corpo.

Portanto parece que somente o autismo tem este padrão elevado de ocorrência e gravidade de comportamentos.

 

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