quinta-feira

Autismo e contato físico: estratégias para ajudar pessoas no espectro autista a se sentirem confortáveis e incluídas

 

Autismo e contato físico: estratégias para ajudar pessoas no espectro autista a se sentirem confortáveis e incluídas

Autismo e contato físico
Autismo e contato físico


Existem varias razoes pelas quais uma pessoa no espectro autista pode não gostar de contato físico ou social. Algumas possíveis explicações incluem:

1-      Sensibilidade sensorial: muitas pessoas no espectro autista tem uma sensibilidade sensorial diferente da maioria das pessoas. Isso pode incluir sensibilidade tátil, o que significa que o toque pode ser desconfortável, doloroso ou aversivo para eles.

2-      Dificuldade de comunicação: a comunicação é muitas vezes mais difícil para pessoas no espectro autista. Eles podem ter expressões faciais, tom de voz e outras pistas sociais que são utilizadas para comunicar a intenção e o estado emocional dos outros. Eles também podem ter dificuldade em expressar seus próprios sentimentos e emoções de uma forma que seja compreensível para os outros.

3-      Sobrecarga sensorial: os autistas podem experimentar sobrecargas sensorial quando expostos a muito estimulo sensoriais ao mesmo tempo. Isso pode levar a ansiedade, estresse e desconforto, o que torna difícil para eles lidar com o contato físico ou social.

4-      Preferencia pessoal: algumas pessoas no espectro autista simplesmente preferem ter menos contato físico ou social do que outras pessoas. Isso pode ser devido as suas emoções pessoais e interesses, e não necessariamente devido a uma dificuldade especifica.

5-      É importante lembrar que cada pessoa é única e pode ter suas próprias razoes para não gostar de contato físico ou social. É importante seguir as escutas e limitar cada indivíduo, independentemente de ser ou não no espectro autista.

Autismo e contato físico
Autismo e contato físico


Como lidar com o autista que não gosta de ter contato

    Para lidar com um autista que não gosta de contato físico, é importante ter em mente algumas estratégias que podem ajudar a criar um ambiente mais confortável e respeitoso para a pessoa. Aqui estão algumas sugestões:

1-      Respeite a personalidade: como mencionei anteriormente, algumas pessoas no espectro autista simplesmente preferem ter menos contato físico ou social do que outras pessoas. É importante respeitar essa preferência e não forçar a pessoa a ter contato físico se ela não quiser.

2-    Comunique-se de forma clara e direta: as pessoas no espectro autista podem ter dificuldade em entender as sutilezas da comunicação social. Por isso, é importante comunicar-se de forma clara e direta, utilizando uma linguagem simples e objetiva. Evite usar metáforas, sarcasmos ou linguagem figurada que podem ser confusas.

3-      Oferece outras formas de conexão: nem todo tipo de conexão precisa envolver contato físico: pode ser útil oferecer outras formas de conexão, como conversas, bate-papos online, jogos ou outras atividades compartilhadas que não envolvam contato físico direto.

4-      Dê espaço e tempo: é importante permitir que a pessoa tenha espaço e tempo suficiente para se sentir confortável e relaxada. Evite pressionar a pessoa a sair de sua zona de conforto e permita que ela se sinta a vontade em seu próprio ritmo.

5-      Busque ajuda profissional: se estiver com dificuldade em lidar com uma pessoa no espectro autista que não gosta de contato físico, pode ser útil ajuda profissional de um psicólogo ou buscar especialistas no assunto para lidar com essa questão especifica.

Como ajudar o aluno autista que não gosta de ter contato físico

Autismo e contato físico
Autismo e contato físico


     Se o aluno autista não gosta de ter contato físico na escola, existem várias estratégias que podem ajuda-lo a se sentir mais confortável e incluído. Se quiser saber clique no link que você poderá se aprofundar mais sobre o assunto. Aqui estão algumas sugestões:

1-      Comunique com os pais ou responsável: é muito importante ter a comunicação com o responsável pelo aluno para se entender melhor as condutas e necessidades. Eles podem fornecer informações valiosas sobre o que funciona melhor para a criança em casa e em outros ambientes.

2-      Crie um ambiente tranquilo: as pessoas no espectro autista podem ter sensibilidades sensoriais diferentes, e a escola pode ser um ambiente muito estimulante para elas. Tente criar um ambiente tranquilo e organizado na sala de aula para minimizar as distrações sensoriais e ajudar o aluno a se concentrar melhor.

3-      Utilizar a comunicação visual: as pessoas no espectro autista podem ter comunicação verbal e não verbal. Utilize a comunicação visual, como cartões com figuras ou outros símbolos, para ajudar o aluno a entender as instruções e as expectativas.

4-      Ofereça outras formas de interação: nem todo tipo de interação: nem todo tipo de interação precisa envolver contato físico. Pode ser útil oferecer outras formas de interação, como jogos, atividades em grupo ou outras formas de conexão que não envolvam contato físico direto.

5-      Promova a compreensão e a inclusão; ajude os outros alunos a entender as diferenças individuais do aluno autista e acompanhem suas motivações e necessidades. Promova a inclusão e aceite entre os alunos para que o aluno autista se sinta como parte da comunidade escolar.

6-      Colabore com os profissionais da saúde: se o aluno estiver recebendo tratamento ou terapia para autismo, trabalhe em conjunto com os profissionais da saúde para implantar estratégias consistentes e eficazes tanto na escola quanto em casa.

Lembre-se de que cada pessoa e única, e que funciona para um aluno pode não funcionar para o outro. É importante observar e ouvir o aluno autista, seus pais ou responsáveis e buscar orientação profissional para ajuda-lo a ter uma experiência educacional bem sucedida e inclusiva.

segunda-feira

Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

 

Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

A criança fica pensando assim: agora eu estou escutando essa mulher falar, eu preciso silenciar esta mulher falando dentro do meu cérebro, por isso a criança fica se mexendo, fica se balançando na cadeira, levanta e senta não fica quieta.

Os pais e professores precisam entender sobre  TDAH porque assim saberá lidar com as crianças quando elas estão fazendo outras coisas como estando em movimento ela a criança consegui escutar o que a professora está falando pois assim que ela consegui se concentrar.

Quando os professores percebe ela chama atenção da criança, assim ele fica meu deus e agora.

Então o cérebro do hiperativo precisa se manter ativo é uma necessidade que possui, por isso a criança se mantendo em movimento consegue se manter com mais atenção na atividade que ele está realizando.

Então preste muita atenção porque esta criança precisa colocar toda a sua energia nesta atividade.

É muito esforço então ofereça opções de um elástico para ele mexer na mão e com isso ele terá outra atividade, é um tipo de estratégias estes elásticos que usam em academias em fisioterapia.

Coloque este elástico no pé da cadeira para o aluno ficar mexendo com o pé ele terá seu cérebro trabalhando ali e com isso vai prestar mais atenção na explicação.

A criança com TDAH tem inúmeras informações ao mesmo tempo, a velocidade no fluxo de pensamento é muito grande são muitos elementos detratores ao mesmo tempo.

O que alivia os sintomas de um portador de TDAH é dormir bem, fazer exercícios físicos, ter uma alimentação saudável, viver em um ambiente organizado e silencioso, ter uma rotina.

Sempre ter atividades relaxante, se socializar, descansar e faze pausas, ter agenda/APP, relógio, quadro branco/negro, tarefas postit e listas de tarefas dinâmicas.


Pais e professores precisam entender sobre a TDAH
Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

O que não faz bem ao cérebro

O que não faz bem ao cérebro do portador de TDAH é dormir pouco, ser sedentário, ter uma má alimentação, ser desorganizado, viver em ambiente barulhento.

Ficar estressado e ser pressionado, ficar isolado, ter sobrecarga de trabalho, fazer uso excessivo de celular, ser julgado e criticado diariamente, e ter tarefas monótonas e repetitivas.

O que a lei 14.254/2001 nos diz.

A lei 14.254/2001 em seu art. 1º diz: O poder público deve desenvolver e manter programa de acompanhamento integral para educandos com dislexia, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ou outro transtorno de aprendizagem.

Portanto nos deixa claro que é necessário um acompanhamento de forma multidisciplinar, que deve ser acompanhado por uma equipe escolar, médica e terapeuta.

Esse processo é muito importante para que a criança e adolescente seja avaliado e assistido por uma intervenção em todos os âmbitos.

No art.2ºdiz: as escolas da educação básica das redes básicas das redes públicas e privadas, com o apoio da família e dos serviços de saúde existentes, devem garantir o cuidado e a proteção ao educando com dislexia.

TDAH ou outro transtorno de aprendizagem, com vistas ao seu pleno desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social.

Com o auxílio das redes de proteção social existentes no território, de natureza governamental ou não governamental.

Portanto isso quer dizer que envolve inclusive a parte   emocional da criança e adolescente com TDAH, a qual sabemos ser muito afetada desde muito cedo.

Também deixa claro sobre a questão dos rótulos que muitas vezes são colocados ou permitidos interferindo em seu desenvolvimento mental e social.

Já no art.3ª diz: educandos com dislexia, TDAH ou outro transtorno de aprendizagem que apresentam alterações no desenvolvimento da leitura e da escrita, ou instabilidade na atenção.

Que repercutam na aprendizagem devem ter assegurado o acompanhamento específico direcionado a sua dificuldade, da forma mais precoce possível, pelos seus educadores do âmbito da escola na qual estão matriculados.

E podem contar com apoio e orientação da área da saúde, de assistência social e de outras politicas publicas existentes no território.


Pais e professores precisam entender sobre a TDAH
Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

Então nesse artigo deixa bem claro que o acompanhamento especifico direcionado a sua dificuldade significa que as atividades e rotina adaptadas é um direito do educando e que deve ser cumprido para o bom desenvolvimento do mesmo.

Sem que seja prejudicado.

Enquanto que no art. 4º diz: necessidades especificas no desenvolvimento do educando serão atendidas pelos profissionais da rede de ensino em parceria com profissionais da rede de saúde.

Aqui vem lembrar sobe o atendimento multidisciplinar, que também é um direito e quando houver a necessidade de um acompanhamento terapêutico deve ser sim realizado em benefício da saúde com metas de acompanhamento.

Sendo assim, com um profissional está ligado a outro para se chegar a um determinado atendimento melhor ao paciente portador.

Art. 5º diz: no âmbito do programa estabelecido no art. 1º da lei, os sistemas de ensino devem garantir aos professores da educação básica amplo acesso à informações.

Inclusive quanto aos encaminhamentos passiveis para atendimentos multissetorial, e formação continuada para capacitá-los à identificação precoce dos sinais relacionados aos transtornos de aprendizagem ou ao TDAH.

Bem como para o atendimento educacional escolar dos educadores.


Pais e professores precisam entender sobre a TDAH
Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

Nesse sentido é muito interessante e importante, pois não basta apenas colocar o estudante dentro da sala de aula e achar que o professor deve dar conta sozinho.

É necessário oferecer um apoio e isso significa ampliar o conhecimento dos professores com formação continuada, acesso as informações necessárias e capacitação.

Esta lei foi publicada no dia 30 de novembro de 2021, portanto deve ser cumprido todas as opções.

quinta-feira

Dislexia e a Importância do Diagnóstico


Dislexia e a importância do diagnóstico.

Dislexia e a importância do Diagnóstico
Dislexia e a importância do Diagnóstico


Causa:

As causas da dislexia estão relacionadas a fatores genéticos, com origem na alteração cromossômica, transmitida de forma hereditária, o desenvolvimento tardio do sistema nervoso central que são problemas na estrutura do cérebro e na comunicação pouco eficaz entre alguns neurônios.

O cérebro do portador de dislexia tem dificuldades para associar os sons das letras, tendo assim o comprometimento da junção interpretativa das sílabas que gera a formação de palavras.

Também apresenta barreira na associação entre os conceitos e símbolos matemáticos interferindo na resolução dos significados.

Como em qualquer ação do corpo humano, os atos de ler e escrever percorrem vários caminhos no cérebro, e nesse percurso o cérebro do disléxico sofre desvios gerando assim dificuldades para o portador de dislexia.

 

Diagnostico:

A tarefa de identificar a condição é multidisciplinar ela envolve psiquiatra da infância ou neuropediatra além de relatos de profissionais que possam sinalizar déficits em atividade escolares como o psicopedagogo ou fonoaudiólogo.

Testes criteriosos, análise do quadro clínico e histórico da criança são fontes de dados extremamente relevantes.

Pais, professores e demais pessoas que acompanham a rotina diária do possível portador devem relatar as dificuldades vivenciadas ou encontradas pelas crianças bem como observar o grau de desenvolvimento de cada faixa etária.

 

O que se deve observar:

  • Dispersão
  • Falta de atenção
  • Atraso da fala e linguagem
  • Dificuldade em aprender rimas e canções
  •  Atraso na coordenação motora
  • Falta de interesse por livros
  • Desorganização contínua 

 

Tipos de dislexia são:

Dislexia visual: dificuldades em diferenciar os lados direito e esquerdo, erros na leitura devido à má visualização das palavras.

Dislexia auditiva: ocorre devido a carência de percepção dos sons, o que também acarreta dificuldades com a fala.

Dislexia mista: é a união de dois ou mais tipos de dislexia

 

Dislexia e a importância do Diagnóstico

O pensamento do Dislexo:

Pessoas com dislexia processam informações em seus cérebros de forma diferente da maioria das pessoas, elas pensam de uma maneira diferente.

A maioria das pessoas pensa principalmente no hemisfério esquerdo do cérebro, enquanto os disléxicos pensam predominantemente no hemisfério direito.

 

As letras que os disléxicos confundem:

Eles confundem letras e palavras parecidas, revertendo por vezes as letras:  /b/ por /d/ ou /apartar/ por /apertar/. A escrita tende a ser inconstante, apresentando letras de tamanhos diferentes, omissões, rotações, inversões, sendo as emendas e as rasuras frequentes.

 

O que piorar a dislexia:

A dislexia não piora, mas pode dar a impressão de que está mais grave quando a pessoa está sob pressão ou quando aumenta a demanda pelas habilidades exemplo: se o disléxico é pressionado para ler cada vez mais rápido na escola.

 

A vantagem de ser Dislexo:

E é exatamente isso que os especialistas consideram: os disléxicos, que tendem a não ser bons com detalhes, aprendem a se sobressair ao captar facilmente o grande cenário das situações e têm mais facilidade em produzir ideias originais

 

Prova para um Dislexo:

Nas provas de matemática, física e química, deve ser permitido o uso de calculadoras, pois dificilmente eles conseguem decorar a tabuada e as fórmulas, sendo ideal aplicar as provas em uma sala separada do restante da turma e com a presença de um leitor”, para auxiliar o dislexo.

 

Dislexia e a importância do Diagnóstico
Dislexia e a importância do Diagnóstico

Os benefícios da dislexia:

Torna o processo de criação em design, arquitetura, engenharia e até a elaboração de estratégia de jogos mais facilitada, tendo a comunicação e a capacidade de narrativa, de contar histórias mas também de pegar conceitos complexos e explicá-los de forma simples para as outras pessoas.

O pensamento disléxico flui com diferenciais positivos, a criatividade e a capacidade de criar peças, trabalhos, serviços totalmente originais ou de usar sua imaginação para dar novos rumos para ideias, objetos, projetos, e outros, já existentes. Isso traz aos disléxicos o “rótulo” de inovadores e criativos.

Eles têm a visualização e a capacidade de interpretação física de objetos e espaços, posicionamento, dimensionamento, conexões, e torna o processo de criação em design, arquitetura, engenharia e até a elaboração de estratégia de jogos mais facilitada.

Também tem a comunicação e a capacidade de narrativa de contar história, mas também de pegar conceitos complexos e explicá-los de forma simples para as outras pessoas.

Há também competências mais genéricas que merecem um grande destaque como a curiosidade e o interesse por diversos assuntos, pesquisa, investigação; com muita motivação e um objetivo claro de aplicação do conhecimento adquirido.

A conexão que tem consigo mesmo (autoconhecimento) e com os outros, gerando empatia e capacidade de influência/inspiração sobre as pessoas.

O raciocínio lógico e a capacidade de entendimento para análise, decisão e visão ampla sobre problemas e situações tem um grande diferencial na hora de resolver problemas.

quarta-feira

Oração das crianças Autistas

Autistas:

Bem aventurados os que compreendem o meu estranho passo a caminhar.

Bem aventurados os que compreendem que ainda que meus olhos brilhem, minha mente é lenta.

Bem aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato.

Bem aventurados os que, com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.

Bem aventurados os que nunca me lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.

Bem aventurados os que compreendem que me é difícil converter em palavras os meus pensamentos.

Bem aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer.

Bem aventurados os que sabem o que sente o meu coração, embora não o possa expressar.

Bem aventurados os que me amam como sou, tão somente como sou, e não como eles gostariam que eu fosse.


ORAÇÃO DAS CRIANÇAS AUTISTA

 ORAÇÃO DAS CRIANÇAS AUTISTA




quinta-feira

Intervenções Para Autista

A análise comportamental aplicada é uma das ciências comprovadas que ajuda os autistas a desenvolverem as suas habilidades sociais, de comunicação, motoras, cognitivas e amplia os comportamentos positivos. por isso as intervenções para autista é muito importante.

 Instrução Indireta

A criança autista recebe instruções sequenciais e dicas para dar uma resposta adequada e possa receber um reforço positivo.

Para isso é necessário incluir rotinas que influenciam as habilidades para que a criança consiga ser mais independente e reverbere na vida adulta também.

 

Intervenção para autista

Intervenção Baseada na Antecedência

Nas intervenções baseadas em ABA o intuito é desenvolver as habilidades das crianças aumentar o repertório de comportamentos que trazem prejuízos para o desenvolvimento.

Estas intervenções são usadas para diminuir um comportamento que tem a interferência e assim identificar e aumentar o engajamento modificado no ambiente.

 

Treino de Tentativa Descrita

É importante acompanhar toda semana e ter também o suporte dos pais com pequenas rotinas e atividades.

Só avançando para próxima etapa depois que a primeira for realizada com sucesso.

Tendo sempre o incentivo com elogios e apoio em cada conquista, assim é a prática baseada em evidencias.

Ela envolve fracionar as habilidades em suas partes mais básicas e ensinar as crianças; como se fosse um passo a passo.

Essas atividades pode ser desenvolvida em clinicas especializadas ou em escolas, deve-se ter as intervenções de forma intensiva e individualizada de acordo com cada necessidade.

 

O Reflexo e o Diferencial

O reflexo sendo projetado para reduzir a ocorrência de comportamento inadequado como a agressão ou a autolesão, sento assim muito importante se ter a intervenção.

Visando a chegar na extinção sempre com o intuito de chegar a causa do comportamento, tendo como objetivo eliminar este comportamento se ele não for adequado por exemplo o comportamento de birra, gritos, choros, etc.

 

Diagnostico do Autista Adulto

Esse diagnostico acontece tardio porque há um subdiagnostico do autismo, principalmente com as pessoas que tem o nível 1 do TEA.

A falta de diagnostico e entendimento compromete muito a vida da pessoa, muitos passam anos desconfortáveis para interagir com os colegas.

Muitos apresentam depressão ou ansiedade, principalmente na adolescência. É importante que os pais e responsáveis fiquem atentos a alguns comportamentos para buscar ajuda o quanto antes.

Caso o adulto desconfie que tenha autismo é fundamental procurar um medico especializado em autismo.

Nesse momento o profissional vai avaliar o histórico da pessoa e fazer entrevista com os pais e familiares que convive com a pessoa suposta portadora do autismo para saber como foi durante a infância e assim identificar os sinais e as situações que podem ajudar no diagnostico.

Essa pessoa geralmente é identificada quando procura ajuda para os filhos e nesse momento eles percebem que também apresentam o mesmo sintomas e o diagnostico fica mais evidente.

Receber o diagnostico mesmo tardio pode ser um alivio, o adulto passa a ter o apoio necessário e consegui se compreender melhor.

 

Alguns Sintomas de TEA no Adulto

Dificuldade de interação social, prejuízo nas habilidades sociais, dificuldades com a comunicação não verbal, dificuldade de se colocar no lugar do outro.

Problema para fazer parte de grupos ou se manter no mercado de trabalho, dificuldade com teoria da mente.

Preferem ficar sozinho, podem ser antissociais e introspectivos.

Apresentam hiperfoco em algumas áreas de interesse ou manias e dificuldade nas mudanças de rotina.

Comportamentos repetitivos, hipo ou hipersensibilidade sensorial, podendo apresentar depressão e ansiedade generalizada.

 

As Formas de Desenvolver Autismo na Criança

As crianças são reflexos de tudo aquilo que elas escutam e percebem os adultos reproduzirem.

Por isso é importante trabalhar desde a primeira infância a autoestima das crianças, para que elas tenham uma percepção positiva delas mesmas.

A criança amada respeitada se sente segura e a acolhe. A criança precisa reconhecer o seu valor e o seu papel dentro daquele ambiente.

A criança quando escuta de um adulto que ela é importante, inteligente e outros estímulos positivos se sente muito mais valorizada do que a criança que escuta normalmente comentários negativos ela não entende ao certo estes comentários que são errados.

Por isso é muito importante ensinar a criança a ter pequenas responsabilidades, ter responsabilidades que faz com que ela se sinta útil, importante, independente e segura.

Mesmo que ela nem sempre faça do jeito que você pensou, parabenize e mostre que foi uma tarefa importante. É muito importante que se tenha um tempo com a criança, as crianças gostam de sentir o mesmo por ela, se senti amada, assim ela se senti mais confortável e sua autoestima fica muito melhor.

Faz parte do processo mostrar para a criança que nem sempre ela vai fazer certo, mais que isso não é o fim do mundo, ao contrario isso pode ser muito melhor, demonstre que mesmo com o erro você vai ama-la e ajude a criança a da o seu melhor com a situação de frustração.

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