segunda-feira

Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro.


Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro
 Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro

Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro.

As crianças devem ter experiências ricas nas brincadeiras, a artes molda os relacionamentos sendo fundamental no desenvolvimento da criança pequena, incentivar as crianças de 2 a 7 anos ater um melhor desenvolvimento do cérebro será muito produtivo nessa face.

Ao incentivar o amor pelo aprendizado é muito importante, os educadores e os pais podem enfatizar a alegria de experimentar novas atividades e com isso aprender algo novo também.

É preciso sempre estar ajudando as crianças a entender que os erros são uma parte normal e bem vinda do aprendizado.

Este período é o mais importante para o desenvolvimento da crença de que talentos e habilidades são desenvolvidos por meio de esforço, em vez de serem inatamente fixos.

Rótulos dados pelos Professores

Os educadores não devem fazer qualquer tipo de rotulo as crianças ou fazer declarações sobre as habilidades. Mesmo sendo elogios como a você é tão inteligente, isso é contra prudente.

Em vez de fazer isso, deve se enfatizar a persistência e criar espaços seguros para um melhor aprendizado.

As crianças vão gostar de aprender muito mais se mostrar entusiasmo com o processo de ensino por isso não se fixe nos resultados, tenha sempre muita paciência.

Concentre-se na amplitude, e não na profundidade. Uma a de evitar o foco nos resultados durante essa fase de desenvolvimento é enfatizar a amplitude do desenvolvimento de habilidades em detrimento da profundida.

Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro
 Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro

Atividades das crianças

Expor a criança a uma ampla variedade de atividades estabelece uma base para o desenvolvimento de habilidades em vários campos. Este é o momento de envolver as crianças em músicas, leitura, esportes, matemática, arte, ciência e idiomas.

Focar sempre na excelência em uma única atividade podendo ser apropriado a algum momento da vida. Mas as pessoas que prosperam em nosso mundo em rápida mudança são aquelas que primeiro aprendem a desenhar em vários campos e a pesar de forma criativa e abstrata.

Em outras palavras a nossa sociedade precisa de indivíduos completos. Ser equilibrado é especialmente importante para a criança de 2 a 7 anos. Seu cérebro está em desenvolvimento, eles estão prontos para absorver uma ampla gama de conjuntos de habilidades.

A não negligencia e a inteligência emocional. Com isso queremos que as crianças leiam bem e aprendam os fundamentos da matemática, mas não devemos desconsiderar a inteligência emocional.

Vantagem de aprendizagem nesse período

As vantagens de aprender durante esse primeiro período critico do desenvolvimento do cérebro devem se estender as habilidades interpessoais, como gentileza, empatia e trabalho em equipe.

A empatia começa com o reconhecimento dos próprios sentimentos, portanto a sugestão é ajudar as crianças dessa faixa etária a primeiro rotular as emoções: sinto-me triste, e depois contar a história do porque se sentem assim: sinto-me triste porque queria sorvete e você disse não.

Uma vez que as crianças pratiquem como falar das suas emoções, os pais e os educadores podem começar a fazer perguntas que os encorajem a considerar os sentimentos dos outros.

Uma forma de incentivar o cuidado com os outros é incluir as crianças no que os adultos fazem pelos outros.

Fazer com que as crianças pequenas ajudem nas tarefas pode trotá-las pessoas mais prestativas e atenciosas.

Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro
 Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro

Capacidade da criança de absorver a aprendizagem nesse período

Não trate a educação da criança pequena como meramente um procurador do aprendizado real. O cérebro das crianças pode absorver informações de forma única durante esta fase crítica.

Se a inteligência for definida como a capacidade de aprender, as crianças entre 2 e 7 anos de idade podem ser os humanos mais inteligentes do planeta.

Os professores que são apaixonados por ajudar os seus alunos a aprender, eles monitoram os impactos da aprendizagem dos alunos e ajustam na abordagem de acordo com os resultados.

Eles sempre são claros com o que querem que seus alunos aprendam. Com isso os professores criam relacionamentos fortes com seus pequenos alunos, adotando estratégias de ensino sempre baseada na evidência, buscando ativamente melhorar o próprio ensino.

Os professores precisam se tornar eficaz em suas próprias avaliações, pois assim irá mudar a sua pratica quando a aprendizagem não estiver acontecendo.

Sabe a paixão pelo que se faz é muito mais do que ser apenas encantador e alegre. Os professores apaixonados eles ficam entusiasmados com a realização e frustrados pelo desafio.

Como chamar atenção dos alunos

Os professores apaixonados são contagiosos, ele requer amor pelo seu conteúdo, cuida muito bem do assunto, tem um desejo de fazer com que os outros o amem aprendem e tem um desejo de continuar aprendendo.

Portanto procure sempre incentivar seu aluno a ajudar, assim cria expectativas e regras na sala de aula, vai gerar mais adesão do que apenas dizer o que os pequenos devem fazer.

Procure abordar problema de disciplina isolados, individualmente em vez de punir a turma toda, porque se punir a turma toda pode vir a prejudicar o seu relacionamento com a turma toda que você está trabalhando.

É sempre muito melhor chamar o aluno especifico de uma maneira amigável e conversar, colocando para ele que precisa de ajuda para se concentrar melhor, que ele precisa ter mais atenção e que ele tem que parar de brincar enquanto você estive falando ou outro colega estiver falando.

Os professores deve sempre elogiar seu a alunos quando os trabalhos estiverem sendo bem feitos, pois isso melhora o desenvolvimento acadêmico e comportamental como também melhora muito a convivência em sala de aula entre professor e aluno.

Discalculia; testes e acompanhamentos.

Discalculia teste e acompanhamento
Discalculia teste e acompanhamento
 

Discalculia; testes e acompanhamentos.

O teste de discalculia envolve a observação e testagem de uma série de pontos específicos como: Contagem, Habilidades matemáticas,

Memória de trabalho, Compreensão de números, quantidade, tamanhos, Concentração, abstração e atenção, Linguagem

Discalculia e outros transtornos

O diagnóstico também envolve uma análise para verificar se há a presença de outros transtornos associados.

Estudos mostram que pode haver relação entre essa doença e distúrbios genéticos como síndrome de Turner, síndrome de Gerstmann e síndrome do X frágil.

A discalculia também pode coexistir com outros transtornos do neurodesenvolvimento, como o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). É comum ainda que se associe entre dislexia, disgrafia, disortográfica.

E para completar esse diagnóstico, o psicólogo deve avaliar também a saúde mental do paciente. Os impactos do transtorno da vida das crianças podem acarretar outros problemas, como depressão, ansiedade e a depressão na fase da adolescência.

Discalculia e dislexia

Discalculia e dislexia são dois transtornos de aprendizado distintos, porém são frequentemente diagnosticados juntos. Algumas pesquisas explicam que a coexistência desses dois distúrbios pode ocorrer por conta de um déficit na memória de trabalho.

Por isso, muitas crianças que apresentam dificuldade com matemática também possuem deficiência na leitura. Mas nem toda a criança irá apresentar dislexia, disgrafia, disortográfica e discalculia ao mesmo tempo.

Discalculia teste e acompanhamento
Discalculia teste e acompanhamento

Cura do distúrbio

Não tem cura. Por ser um déficit em uma região do cérebro, esse transtorno é uma condição permanente. Mas, a boa notícia é que existem diversas atividades que podem ajudar a melhorar esse quadro.

Tratamento da discalculia

Quando falamos sobre tratamento para discalculia, a abordagem é basicamente um conjunto de atividades para discalculia. Como não há remédios,  a abordagem terapêutica deve envolver toda a comunidade ao redor da criança.

Ou seja: pais, familiares, escola, amigos, professores e profissionais; todos devem ter consciência de que este processo exige paciência, esforço e disponibilidade. Com esse suporte, a criança poderá ser capacitada para enfrenar os seus próprios desafios.

Discalculia e estratégia na educação

O tratamento para discalculia requer a disposição de estratégias pedagógicas. Para isso, é importante identificar a área em que a criança tem mais facilidade e se sente mais confortável. Algumas recomendações devem ser levadas em conta.

Dispor de um professor auxiliar;  Respeitar o aprendizado da criança, retomando o conteúdo quantas vezes forem necessários; Prover e avançar o conteúdo de acordo com o tempo da criança.

Fornecer materiais adaptados de acordo com a sua necessidade e utilizar metodologias específicas para o tipo de discalculia apresentado.

Equilibrar o tempo gasto com explicações. A repetição sem o entendimento da criança pode frustrá-la, e atrapalhar o processo de aprendizado e memorização

Atividades que ajudam a compreensão

O intuito de atividades para discalculia é ajudar na compreensão numérica da criança. Dessa forma, uma boa dica é usar jogos e brincadeiras por obterem mais engajamento e tornarem o clima mais descontraído.

Se a criança gosta de pintar, é possível brincar com as tintas para que elas consigam contar as cores, por exemplo. Outra alternativa é apostar em objetos para aumentar a noção de cálculos matemáticos.

Discalculia teste e acompanhamento
Discalculia teste e acompanhamento

Apoio necessário para o portador de discalculia

A terapia também exerce um papel fundamental. O psicólogo trabalha o autoconhecimento das crianças e o entendimento de seu próprio transtorno. Esse trabalho ajuda a manter a autoestima e a persistência da criança diante dos seus desafios.

Vale acrescentar que esse déficit no aprendizado pode se agravar com bullying, problemas de socialização, entre outras consequências.

Por isso é tão importante oferecer apoio emocional e psicológico às crianças com discalculia. É fundamental para sua formação e também no convívio com o distúrbio.

Por ser um transtorno permanente, a pessoa precisa desenvolver seus meios de lidar com as dificuldades, criando estratégias para lidar com todas as situações que envolvam a matemática ao longo de sua vida.

quinta-feira

Causa da discalculia

 

Causa da discalculia
Causa da discalculia

Causa da discalculia

A discalculia é um transtorno do neurodesenvolvimento marcado pela incapacidade ou falta de habilidade para tarefas relacionadas a números. portanto a causa da discalculia também tem suas formas especificas para serem trabalhadas.

Em outras palavras, trata-se de uma deficiência em uma rede específica do cérebro, que faz com que a ativação seja menos precisa.

Como resultado, ela provoca uma dificuldade para aprender, raciocinar, memorizar e refletir sobre o universo numérico e matemático.

Na prática, pessoas com discalculia não conseguem associar o número 1 com a palavra “um”, por exemplo.

Por isso, na fase escolar, alunos com discalculia apresentam dificuldades para lidar com uma sequência aritmética e realizar uma operação matemática. Eles podem até entender a lógica, mas enfrentam uma barreira enorme para colocá-la em prática.

Causa da discalculia
Causa da discalculia

Sintomas da discalculia

Essa condição apresenta sintomas que variam de pessoa para pessoa, mas pode ser percebida desde muito cedo. De fato, o tipo de discalculia também influencia alguns sinais.

Entretanto, o diagnóstico de discalculia fica mais fácil quando a criança ingressa na vida escolar. Afinal, é quando os principais sintomas da discalculia se tornam mais perceptíveis.

Incompreensão do significado dos números; Lentidão no aprendizado ou realização da contagem; Não conseguir relacionar o número com a palavra e o seu som, por exemplo: o número 1 com a palavra “um”.

Dificuldade para compreender conceitos como maior ou menor, curto e longo, alto e baixo, ou para reconhecer padrões; Inaptidão ou pouca habilidade para entender e desenvolver o raciocínio lógico.

Pouca facilidade para memorizar números, sequências ou passo a passo de uma operação matemática; Dificuldade em compreender sinais de operações matemáticas, fórmulas, proporções, quantidade, medidas e formas e de aplicar a teoria. 

Problemas para interpretar gráficos, resolver equações, e realizar cálculos mentais. Pouca noção de tempo e espaço, como o entendimento das horas, medir distâncias ou quantidades.

Em resumo, alunos com esse problema podem apresentar dificuldades para lidar tanto com ações rotineiras, como nas operações matemáticas. Por isso, a família e os professores têm um papel fundamental na percepção dos sinais da discalculia.

Essa observação é essencial para o desenvolvimento da criançada. E se houver alguma suspeita, é preciso procurar por tratamento.

Causa da discalculia
Causa da discalculia


Diagnóstico da discalculia

O diagnóstico da discalculia deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar, composta, por exemplo, por neuropediatra, psicólogo, psicopedagogo e fonoaudiólogo. Tais profissionais serão capazes de avaliar e examinar diversos aspectos da criança.

Dessa forma, uma série de exames e testes específicos são feitos para o diagnóstico.

O diagnóstico também envolve uma análise para verificar se há a presença de outros transtornos associados.

Estudos mostram que pode haver relação entre essa doença e distúrbios genéticos como síndrome de Turner, síndrome de Gerstmann e síndrome do X frágil.

A discalculia também pode coexistir com outros transtornos do neurodesenvolvimento, como o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). É comum ainda que se associe entre dislexia, disgrafia, disortográfica.


Autismo e contato físico: estratégias para ajudar pessoas no espectro autista a se sentirem confortáveis e incluídas

 

Autismo e contato físico: estratégias para ajudar pessoas no espectro autista a se sentirem confortáveis e incluídas

Autismo e contato físico
Autismo e contato físico


Existem varias razoes pelas quais uma pessoa no espectro autista pode não gostar de contato físico ou social. Algumas possíveis explicações incluem:

1-      Sensibilidade sensorial: muitas pessoas no espectro autista tem uma sensibilidade sensorial diferente da maioria das pessoas. Isso pode incluir sensibilidade tátil, o que significa que o toque pode ser desconfortável, doloroso ou aversivo para eles.

2-      Dificuldade de comunicação: a comunicação é muitas vezes mais difícil para pessoas no espectro autista. Eles podem ter expressões faciais, tom de voz e outras pistas sociais que são utilizadas para comunicar a intenção e o estado emocional dos outros. Eles também podem ter dificuldade em expressar seus próprios sentimentos e emoções de uma forma que seja compreensível para os outros.

3-      Sobrecarga sensorial: os autistas podem experimentar sobrecargas sensorial quando expostos a muito estimulo sensoriais ao mesmo tempo. Isso pode levar a ansiedade, estresse e desconforto, o que torna difícil para eles lidar com o contato físico ou social.

4-      Preferencia pessoal: algumas pessoas no espectro autista simplesmente preferem ter menos contato físico ou social do que outras pessoas. Isso pode ser devido as suas emoções pessoais e interesses, e não necessariamente devido a uma dificuldade especifica.

5-      É importante lembrar que cada pessoa é única e pode ter suas próprias razoes para não gostar de contato físico ou social. É importante seguir as escutas e limitar cada indivíduo, independentemente de ser ou não no espectro autista.

Autismo e contato físico
Autismo e contato físico


Como lidar com o autista que não gosta de ter contato

    Para lidar com um autista que não gosta de contato físico, é importante ter em mente algumas estratégias que podem ajudar a criar um ambiente mais confortável e respeitoso para a pessoa. Aqui estão algumas sugestões:

1-      Respeite a personalidade: como mencionei anteriormente, algumas pessoas no espectro autista simplesmente preferem ter menos contato físico ou social do que outras pessoas. É importante respeitar essa preferência e não forçar a pessoa a ter contato físico se ela não quiser.

2-    Comunique-se de forma clara e direta: as pessoas no espectro autista podem ter dificuldade em entender as sutilezas da comunicação social. Por isso, é importante comunicar-se de forma clara e direta, utilizando uma linguagem simples e objetiva. Evite usar metáforas, sarcasmos ou linguagem figurada que podem ser confusas.

3-      Oferece outras formas de conexão: nem todo tipo de conexão precisa envolver contato físico: pode ser útil oferecer outras formas de conexão, como conversas, bate-papos online, jogos ou outras atividades compartilhadas que não envolvam contato físico direto.

4-      Dê espaço e tempo: é importante permitir que a pessoa tenha espaço e tempo suficiente para se sentir confortável e relaxada. Evite pressionar a pessoa a sair de sua zona de conforto e permita que ela se sinta a vontade em seu próprio ritmo.

5-      Busque ajuda profissional: se estiver com dificuldade em lidar com uma pessoa no espectro autista que não gosta de contato físico, pode ser útil ajuda profissional de um psicólogo ou buscar especialistas no assunto para lidar com essa questão especifica.

Como ajudar o aluno autista que não gosta de ter contato físico

Autismo e contato físico
Autismo e contato físico


     Se o aluno autista não gosta de ter contato físico na escola, existem várias estratégias que podem ajuda-lo a se sentir mais confortável e incluído. Se quiser saber clique no link que você poderá se aprofundar mais sobre o assunto. Aqui estão algumas sugestões:

1-      Comunique com os pais ou responsável: é muito importante ter a comunicação com o responsável pelo aluno para se entender melhor as condutas e necessidades. Eles podem fornecer informações valiosas sobre o que funciona melhor para a criança em casa e em outros ambientes.

2-      Crie um ambiente tranquilo: as pessoas no espectro autista podem ter sensibilidades sensoriais diferentes, e a escola pode ser um ambiente muito estimulante para elas. Tente criar um ambiente tranquilo e organizado na sala de aula para minimizar as distrações sensoriais e ajudar o aluno a se concentrar melhor.

3-      Utilizar a comunicação visual: as pessoas no espectro autista podem ter comunicação verbal e não verbal. Utilize a comunicação visual, como cartões com figuras ou outros símbolos, para ajudar o aluno a entender as instruções e as expectativas.

4-      Ofereça outras formas de interação: nem todo tipo de interação: nem todo tipo de interação precisa envolver contato físico. Pode ser útil oferecer outras formas de interação, como jogos, atividades em grupo ou outras formas de conexão que não envolvam contato físico direto.

5-      Promova a compreensão e a inclusão; ajude os outros alunos a entender as diferenças individuais do aluno autista e acompanhem suas motivações e necessidades. Promova a inclusão e aceite entre os alunos para que o aluno autista se sinta como parte da comunidade escolar.

6-      Colabore com os profissionais da saúde: se o aluno estiver recebendo tratamento ou terapia para autismo, trabalhe em conjunto com os profissionais da saúde para implantar estratégias consistentes e eficazes tanto na escola quanto em casa.

Lembre-se de que cada pessoa e única, e que funciona para um aluno pode não funcionar para o outro. É importante observar e ouvir o aluno autista, seus pais ou responsáveis e buscar orientação profissional para ajuda-lo a ter uma experiência educacional bem sucedida e inclusiva.

segunda-feira

Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

 

Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

A criança fica pensando assim: agora eu estou escutando essa mulher falar, eu preciso silenciar esta mulher falando dentro do meu cérebro, por isso a criança fica se mexendo, fica se balançando na cadeira, levanta e senta não fica quieta.

Os pais e professores precisam entender sobre  TDAH porque assim saberá lidar com as crianças quando elas estão fazendo outras coisas como estando em movimento ela a criança consegui escutar o que a professora está falando pois assim que ela consegui se concentrar.

Quando os professores percebe ela chama atenção da criança, assim ele fica meu deus e agora.

Então o cérebro do hiperativo precisa se manter ativo é uma necessidade que possui, por isso a criança se mantendo em movimento consegue se manter com mais atenção na atividade que ele está realizando.

Então preste muita atenção porque esta criança precisa colocar toda a sua energia nesta atividade.

É muito esforço então ofereça opções de um elástico para ele mexer na mão e com isso ele terá outra atividade, é um tipo de estratégias estes elásticos que usam em academias em fisioterapia.

Coloque este elástico no pé da cadeira para o aluno ficar mexendo com o pé ele terá seu cérebro trabalhando ali e com isso vai prestar mais atenção na explicação.

A criança com TDAH tem inúmeras informações ao mesmo tempo, a velocidade no fluxo de pensamento é muito grande são muitos elementos detratores ao mesmo tempo.

O que alivia os sintomas de um portador de TDAH é dormir bem, fazer exercícios físicos, ter uma alimentação saudável, viver em um ambiente organizado e silencioso, ter uma rotina.

Sempre ter atividades relaxante, se socializar, descansar e faze pausas, ter agenda/APP, relógio, quadro branco/negro, tarefas postit e listas de tarefas dinâmicas.


Pais e professores precisam entender sobre a TDAH
Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

O que não faz bem ao cérebro

O que não faz bem ao cérebro do portador de TDAH é dormir pouco, ser sedentário, ter uma má alimentação, ser desorganizado, viver em ambiente barulhento.

Ficar estressado e ser pressionado, ficar isolado, ter sobrecarga de trabalho, fazer uso excessivo de celular, ser julgado e criticado diariamente, e ter tarefas monótonas e repetitivas.

O que a lei 14.254/2001 nos diz.

A lei 14.254/2001 em seu art. 1º diz: O poder público deve desenvolver e manter programa de acompanhamento integral para educandos com dislexia, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ou outro transtorno de aprendizagem.

Portanto nos deixa claro que é necessário um acompanhamento de forma multidisciplinar, que deve ser acompanhado por uma equipe escolar, médica e terapeuta.

Esse processo é muito importante para que a criança e adolescente seja avaliado e assistido por uma intervenção em todos os âmbitos.

No art.2ºdiz: as escolas da educação básica das redes básicas das redes públicas e privadas, com o apoio da família e dos serviços de saúde existentes, devem garantir o cuidado e a proteção ao educando com dislexia.

TDAH ou outro transtorno de aprendizagem, com vistas ao seu pleno desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social.

Com o auxílio das redes de proteção social existentes no território, de natureza governamental ou não governamental.

Portanto isso quer dizer que envolve inclusive a parte   emocional da criança e adolescente com TDAH, a qual sabemos ser muito afetada desde muito cedo.

Também deixa claro sobre a questão dos rótulos que muitas vezes são colocados ou permitidos interferindo em seu desenvolvimento mental e social.

Já no art.3ª diz: educandos com dislexia, TDAH ou outro transtorno de aprendizagem que apresentam alterações no desenvolvimento da leitura e da escrita, ou instabilidade na atenção.

Que repercutam na aprendizagem devem ter assegurado o acompanhamento específico direcionado a sua dificuldade, da forma mais precoce possível, pelos seus educadores do âmbito da escola na qual estão matriculados.

E podem contar com apoio e orientação da área da saúde, de assistência social e de outras politicas publicas existentes no território.


Pais e professores precisam entender sobre a TDAH
Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

Então nesse artigo deixa bem claro que o acompanhamento especifico direcionado a sua dificuldade significa que as atividades e rotina adaptadas é um direito do educando e que deve ser cumprido para o bom desenvolvimento do mesmo.

Sem que seja prejudicado.

Enquanto que no art. 4º diz: necessidades especificas no desenvolvimento do educando serão atendidas pelos profissionais da rede de ensino em parceria com profissionais da rede de saúde.

Aqui vem lembrar sobe o atendimento multidisciplinar, que também é um direito e quando houver a necessidade de um acompanhamento terapêutico deve ser sim realizado em benefício da saúde com metas de acompanhamento.

Sendo assim, com um profissional está ligado a outro para se chegar a um determinado atendimento melhor ao paciente portador.

Art. 5º diz: no âmbito do programa estabelecido no art. 1º da lei, os sistemas de ensino devem garantir aos professores da educação básica amplo acesso à informações.

Inclusive quanto aos encaminhamentos passiveis para atendimentos multissetorial, e formação continuada para capacitá-los à identificação precoce dos sinais relacionados aos transtornos de aprendizagem ou ao TDAH.

Bem como para o atendimento educacional escolar dos educadores.


Pais e professores precisam entender sobre a TDAH
Pais e professores precisam entender sobre a TDAH

Nesse sentido é muito interessante e importante, pois não basta apenas colocar o estudante dentro da sala de aula e achar que o professor deve dar conta sozinho.

É necessário oferecer um apoio e isso significa ampliar o conhecimento dos professores com formação continuada, acesso as informações necessárias e capacitação.

Esta lei foi publicada no dia 30 de novembro de 2021, portanto deve ser cumprido todas as opções.

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