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| Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro |
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| Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro |
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| Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro |
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| Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro |
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| Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro |
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| Incentivar as crianças de 2 a 7 anos a ter um melhor desenvolvimento do cérebro |
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| Discalculia teste e acompanhamento |
Discalculia; testes e acompanhamentos.
O teste
de discalculia envolve a observação e testagem de uma série de
pontos específicos como: Contagem, Habilidades matemáticas,
Memória de trabalho, Compreensão
de números, quantidade, tamanhos, Concentração, abstração e atenção, Linguagem
Discalculia e outros transtornos
O diagnóstico também envolve uma
análise para verificar se há a presença de outros transtornos associados.
Estudos mostram que pode haver
relação entre essa doença e distúrbios genéticos como síndrome de Turner, síndrome
de Gerstmann e síndrome do X frágil.
A discalculia também pode
coexistir com outros transtornos do neurodesenvolvimento, como o transtorno de déficit
de atenção com hiperatividade (TDAH). É comum ainda que se associe entre dislexia,
disgrafia, disortográfica.
E para completar esse
diagnóstico, o psicólogo deve avaliar também a saúde mental do paciente. Os
impactos do transtorno da vida das crianças podem acarretar outros problemas,
como depressão, ansiedade e a depressão na fase da adolescência.
Discalculia e dislexia
Discalculia e dislexia são dois
transtornos de aprendizado distintos, porém são
frequentemente diagnosticados juntos. Algumas pesquisas explicam que a
coexistência desses dois distúrbios pode ocorrer por conta de um déficit na
memória de trabalho.
Por isso, muitas crianças que
apresentam dificuldade com matemática também possuem deficiência na leitura.
Mas nem toda a criança irá apresentar dislexia, disgrafia, disortográfica e
discalculia ao mesmo tempo.
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| Discalculia teste e acompanhamento |
Cura do distúrbio
Não tem cura. Por ser um déficit
em uma região do cérebro, esse transtorno é uma condição permanente.
Mas, a boa notícia é que existem diversas atividades que podem ajudar a
melhorar esse quadro.
Tratamento da discalculia
Quando falamos sobre tratamento
para discalculia, a abordagem é basicamente um conjunto de atividades
para discalculia. Como não há remédios, a abordagem
terapêutica deve envolver toda a comunidade ao redor da criança.
Ou seja: pais, familiares,
escola, amigos, professores e profissionais; todos devem ter consciência de que
este processo exige paciência, esforço e disponibilidade. Com esse suporte, a
criança poderá ser capacitada para enfrenar os seus próprios desafios.
Discalculia e estratégia
na educação
O tratamento
para discalculia requer a disposição de estratégias
pedagógicas. Para isso, é importante identificar a área em que a criança tem
mais facilidade e se sente mais confortável. Algumas recomendações devem ser
levadas em conta.
Dispor de um professor auxiliar;
Respeitar o aprendizado da criança, retomando o conteúdo quantas vezes
forem necessários; Prover e avançar o conteúdo de acordo com o tempo da criança.
Fornecer materiais adaptados de
acordo com a sua necessidade e utilizar metodologias específicas para o tipo de
discalculia apresentado.
Equilibrar o tempo gasto com
explicações. A repetição sem o entendimento da criança pode frustrá-la, e
atrapalhar o processo de aprendizado e memorização
Atividades que ajudam a compreensão
O intuito de atividades para
discalculia é ajudar na compreensão numérica da criança. Dessa forma, uma boa
dica é usar jogos e brincadeiras por
obterem mais engajamento e tornarem o clima mais descontraído.
Se a criança gosta de pintar, é
possível brincar com as tintas para que elas consigam contar as cores, por
exemplo. Outra alternativa é apostar em objetos para aumentar a noção de
cálculos matemáticos.
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| Discalculia teste e acompanhamento |
Apoio necessário para o
portador de discalculia
A terapia também exerce um papel
fundamental. O psicólogo trabalha o autoconhecimento das crianças e o
entendimento de seu próprio transtorno. Esse trabalho ajuda a manter a autoestima
e a persistência da criança diante dos seus desafios.
Vale acrescentar que esse
déficit no aprendizado pode se agravar com bullying, problemas de socialização,
entre outras consequências.
Por isso é tão importante
oferecer apoio emocional e psicológico às crianças com discalculia. É
fundamental para sua formação e também no convívio com o distúrbio.
Por ser um transtorno
permanente, a pessoa precisa desenvolver seus meios de lidar com as
dificuldades, criando estratégias para lidar com todas as situações que
envolvam a matemática ao longo de sua vida.
Psicopedagoga, Bacharel em Direito e criadora de conteúdo digital para o Blog "Psicopedagogia no dia a dia",e "Ki Loukura de Receitas".
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| Causa da discalculia |
Causa da discalculia
A discalculia
é um transtorno do neurodesenvolvimento marcado pela
incapacidade ou falta de habilidade para tarefas relacionadas a números. portanto a causa da discalculia também tem suas formas especificas para serem trabalhadas.
Em outras palavras, trata-se de
uma deficiência em uma rede específica do cérebro, que faz com que a ativação
seja menos precisa.
Como resultado, ela provoca uma
dificuldade para aprender, raciocinar, memorizar e refletir sobre o universo
numérico e matemático.
Na prática, pessoas com
discalculia não conseguem associar o número 1 com a palavra “um”, por exemplo.
Por isso, na fase escolar,
alunos com discalculia apresentam dificuldades para lidar com uma sequência
aritmética e realizar uma operação matemática. Eles podem até entender a
lógica, mas enfrentam uma barreira enorme para colocá-la em prática.
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| Causa da discalculia |
Sintomas da discalculia
Essa condição apresenta sintomas
que variam de pessoa para pessoa, mas pode ser percebida desde muito cedo. De
fato, o tipo de discalculia também influencia alguns sinais.
Entretanto, o diagnóstico de
discalculia fica mais fácil quando a criança ingressa na vida escolar. Afinal,
é quando os principais sintomas da discalculia se tornam mais perceptíveis.
Incompreensão do significado dos números; Lentidão no
aprendizado ou realização da contagem; Não conseguir relacionar o número com a
palavra e o seu som, por exemplo: o número 1 com a palavra “um”.
Dificuldade para compreender conceitos como maior ou
menor, curto e longo, alto e baixo, ou para reconhecer padrões; Inaptidão ou
pouca habilidade para entender e desenvolver o raciocínio lógico.
Pouca facilidade para memorizar números, sequências ou passo a passo de uma operação matemática; Dificuldade em compreender sinais de operações matemáticas, fórmulas, proporções, quantidade, medidas e formas e de aplicar a teoria.
Problemas para interpretar gráficos, resolver equações, e realizar cálculos mentais. Pouca noção de tempo e espaço, como o entendimento das horas, medir distâncias ou quantidades.
Em resumo, alunos com esse
problema podem apresentar dificuldades para lidar tanto com ações rotineiras,
como nas operações matemáticas. Por isso, a família e os professores têm um
papel fundamental na percepção dos sinais da discalculia.
Essa observação é essencial para
o desenvolvimento da criançada. E se houver alguma suspeita, é preciso procurar por tratamento.
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| Causa da discalculia |
Diagnóstico da discalculia
O diagnóstico da discalculia
deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar,
composta, por exemplo, por neuropediatra, psicólogo, psicopedagogo e
fonoaudiólogo. Tais profissionais serão capazes de avaliar e examinar diversos
aspectos da criança.
Dessa forma, uma série de exames
e testes específicos são feitos para o diagnóstico.
O diagnóstico também envolve uma
análise para verificar se há a presença de outros transtornos associados.
Estudos mostram que pode haver
relação entre essa doença e distúrbios genéticos como síndrome de Turner, síndrome
de Gerstmann e síndrome do X frágil.
A discalculia também pode
coexistir com outros transtornos do neurodesenvolvimento, como o transtorno de déficit
de atenção com hiperatividade (TDAH). É comum ainda que se associe entre dislexia,
disgrafia, disortográfica.
Psicopedagoga, Bacharel em Direito e criadora de conteúdo digital para o Blog "Psicopedagogia no dia a dia",e "Ki Loukura de Receitas".
Autismo e contato físico: estratégias para ajudar pessoas no espectro autista a se sentirem confortáveis e incluídas
Existem varias razoes pelas quais uma pessoa no espectro autista pode não gostar de contato físico ou social. Algumas possíveis explicações incluem:
1- Sensibilidade sensorial: muitas pessoas no espectro autista tem uma sensibilidade sensorial diferente da maioria das pessoas. Isso pode incluir sensibilidade tátil, o que significa que o toque pode ser desconfortável, doloroso ou aversivo para eles.
2- Dificuldade de comunicação: a comunicação é muitas vezes mais difícil para pessoas no espectro autista. Eles podem ter expressões faciais, tom de voz e outras pistas sociais que são utilizadas para comunicar a intenção e o estado emocional dos outros. Eles também podem ter dificuldade em expressar seus próprios sentimentos e emoções de uma forma que seja compreensível para os outros.
3- Sobrecarga sensorial: os autistas podem experimentar sobrecargas sensorial quando expostos a muito estimulo sensoriais ao mesmo tempo. Isso pode levar a ansiedade, estresse e desconforto, o que torna difícil para eles lidar com o contato físico ou social.
4- Preferencia pessoal: algumas pessoas no espectro autista simplesmente preferem ter menos contato físico ou social do que outras pessoas. Isso pode ser devido as suas emoções pessoais e interesses, e não necessariamente devido a uma dificuldade especifica.
5- É importante lembrar que cada pessoa é única e pode ter suas próprias razoes para não gostar de contato físico ou social. É importante seguir as escutas e limitar cada indivíduo, independentemente de ser ou não no espectro autista.
Como lidar com o autista que não gosta de ter contato
Para lidar com um autista que não gosta de contato físico, é importante ter em mente algumas estratégias que podem ajudar a criar um ambiente mais confortável e respeitoso para a pessoa. Aqui estão algumas sugestões:
1- Respeite a personalidade: como mencionei anteriormente, algumas pessoas no espectro autista simplesmente preferem ter menos contato físico ou social do que outras pessoas. É importante respeitar essa preferência e não forçar a pessoa a ter contato físico se ela não quiser.
2- Comunique-se de forma clara e direta: as pessoas no espectro autista podem ter dificuldade em entender as sutilezas da comunicação social. Por isso, é importante comunicar-se de forma clara e direta, utilizando uma linguagem simples e objetiva. Evite usar metáforas, sarcasmos ou linguagem figurada que podem ser confusas.
3- Oferece outras formas de conexão: nem todo tipo de conexão precisa envolver contato físico: pode ser útil oferecer outras formas de conexão, como conversas, bate-papos online, jogos ou outras atividades compartilhadas que não envolvam contato físico direto.
4- Dê espaço e tempo: é importante permitir que a pessoa tenha espaço e tempo suficiente para se sentir confortável e relaxada. Evite pressionar a pessoa a sair de sua zona de conforto e permita que ela se sinta a vontade em seu próprio ritmo.
5- Busque ajuda profissional: se estiver com dificuldade em lidar com uma pessoa no espectro autista que não gosta de contato físico, pode ser útil ajuda profissional de um psicólogo ou buscar especialistas no assunto para lidar com essa questão especifica.
Como ajudar o aluno autista que não gosta de ter contato físico
Se o aluno autista não gosta de ter contato físico na escola, existem várias estratégias que podem ajuda-lo a se sentir mais confortável e incluído. Se quiser saber clique no link que você poderá se aprofundar mais sobre o assunto. Aqui estão algumas sugestões:
1- Comunique com os pais ou responsável: é muito importante ter a comunicação com o responsável pelo aluno para se entender melhor as condutas e necessidades. Eles podem fornecer informações valiosas sobre o que funciona melhor para a criança em casa e em outros ambientes.
2- Crie um ambiente tranquilo: as pessoas no espectro autista podem ter sensibilidades sensoriais diferentes, e a escola pode ser um ambiente muito estimulante para elas. Tente criar um ambiente tranquilo e organizado na sala de aula para minimizar as distrações sensoriais e ajudar o aluno a se concentrar melhor.
3- Utilizar a comunicação visual: as pessoas no espectro autista podem ter comunicação verbal e não verbal. Utilize a comunicação visual, como cartões com figuras ou outros símbolos, para ajudar o aluno a entender as instruções e as expectativas.
4- Ofereça outras formas de interação: nem todo tipo de interação: nem todo tipo de interação precisa envolver contato físico. Pode ser útil oferecer outras formas de interação, como jogos, atividades em grupo ou outras formas de conexão que não envolvam contato físico direto.
5- Promova a compreensão e a inclusão; ajude os outros alunos a entender as diferenças individuais do aluno autista e acompanhem suas motivações e necessidades. Promova a inclusão e aceite entre os alunos para que o aluno autista se sinta como parte da comunidade escolar.
6- Colabore com os profissionais da saúde: se o aluno estiver recebendo tratamento ou terapia para autismo, trabalhe em conjunto com os profissionais da saúde para implantar estratégias consistentes e eficazes tanto na escola quanto em casa.
Lembre-se de que cada pessoa e única, e que funciona para um aluno pode não funcionar para o outro. É importante observar e ouvir o aluno autista, seus pais ou responsáveis e buscar orientação profissional para ajuda-lo a ter uma experiência educacional bem sucedida e inclusiva.
Pais e professores precisam
entender sobre a TDAH
A criança fica pensando assim: agora eu estou escutando essa mulher falar, eu preciso silenciar esta mulher
falando dentro do meu cérebro, por isso a criança fica se mexendo, fica se balançando
na cadeira, levanta e senta não fica quieta.
Os pais e professores precisam
entender sobre TDAH porque assim saberá lidar com as crianças quando elas estão fazendo outras coisas como estando em movimento ela a criança consegui escutar o que a professora está falando pois assim que ela consegui se concentrar.
Quando os professores percebe ela
chama atenção da criança, assim ele fica meu deus e agora.
Então o cérebro do hiperativo
precisa se manter ativo é uma necessidade que possui, por isso a criança se
mantendo em movimento consegue se manter com mais atenção na atividade que ele está
realizando.
Então preste muita atenção porque
esta criança precisa colocar toda a sua energia nesta atividade.
É muito esforço então ofereça opções
de um elástico para ele mexer na mão e com isso ele terá outra atividade, é um
tipo de estratégias estes elásticos que usam em academias em fisioterapia.
Coloque este elástico no pé da
cadeira para o aluno ficar mexendo com o pé ele terá seu cérebro trabalhando
ali e com isso vai prestar mais atenção na explicação.
A criança com TDAH tem
inúmeras informações ao mesmo tempo, a velocidade no fluxo de pensamento é
muito grande são muitos elementos detratores ao mesmo tempo.
O que alivia os sintomas de um
portador de TDAH é dormir bem, fazer exercícios físicos, ter uma alimentação
saudável, viver em um ambiente organizado e silencioso, ter uma rotina.
Sempre ter atividades
relaxante, se socializar, descansar e faze pausas, ter agenda/APP, relógio,
quadro branco/negro, tarefas postit e listas de tarefas dinâmicas.
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| Pais e professores precisam entender sobre a TDAH |
O que não faz bem ao cérebro
O que não faz bem ao cérebro
do portador de TDAH é dormir pouco, ser sedentário, ter uma má alimentação, ser
desorganizado, viver em ambiente barulhento.
Ficar estressado e ser
pressionado, ficar isolado, ter sobrecarga de trabalho, fazer uso excessivo de
celular, ser julgado e criticado diariamente, e ter tarefas monótonas e
repetitivas.
O que a lei 14.254/2001 nos
diz.
A lei 14.254/2001 em seu art.
1º diz: O poder público deve desenvolver e manter programa de acompanhamento
integral para educandos com dislexia, transtorno do déficit de atenção com
hiperatividade (TDAH) ou outro transtorno de aprendizagem.
Portanto nos deixa claro que é
necessário um acompanhamento de forma multidisciplinar, que deve ser
acompanhado por uma equipe escolar, médica e terapeuta.
Esse processo é muito
importante para que a criança e adolescente seja avaliado e assistido por uma
intervenção em todos os âmbitos.
No art.2ºdiz: as escolas da
educação básica das redes básicas das redes públicas e privadas, com o apoio da
família e dos serviços de saúde existentes, devem garantir o cuidado e a
proteção ao educando com dislexia.
TDAH ou outro transtorno de
aprendizagem, com vistas ao seu pleno desenvolvimento físico, mental, moral,
espiritual e social.
Com o auxílio das redes de
proteção social existentes no território, de natureza governamental ou não
governamental.
Portanto isso quer dizer que
envolve inclusive a parte emocional da
criança e adolescente com TDAH, a qual sabemos ser muito afetada desde muito
cedo.
Também deixa claro sobre a
questão dos rótulos que muitas vezes são colocados ou permitidos interferindo
em seu desenvolvimento mental e social.
Já no art.3ª diz: educandos
com dislexia, TDAH ou outro transtorno de aprendizagem que apresentam
alterações no desenvolvimento da leitura e da escrita, ou instabilidade na
atenção.
Que repercutam na aprendizagem
devem ter assegurado o acompanhamento específico direcionado a sua dificuldade,
da forma mais precoce possível, pelos seus educadores do âmbito da escola na
qual estão matriculados.
E podem contar com apoio e
orientação da área da saúde, de assistência social e de outras politicas
publicas existentes no território.
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| Pais e professores precisam entender sobre a TDAH |
Então nesse artigo deixa bem
claro que o acompanhamento especifico direcionado a sua dificuldade significa
que as atividades e rotina adaptadas é um direito do educando e
que deve ser cumprido para o bom desenvolvimento do mesmo.
Sem que seja prejudicado.
Enquanto que no art. 4º diz:
necessidades especificas no desenvolvimento do educando serão atendidas pelos profissionais
da rede de ensino em parceria com profissionais da rede de saúde.
Aqui vem lembrar sobe o
atendimento multidisciplinar, que também é um direito e quando houver a
necessidade de um acompanhamento terapêutico deve ser sim realizado em
benefício da saúde com metas de acompanhamento.
Sendo assim, com um
profissional está ligado a outro para se chegar a um determinado atendimento
melhor ao paciente portador.
Art. 5º diz: no âmbito do
programa estabelecido no art. 1º da lei, os sistemas de ensino devem garantir
aos professores da educação básica amplo acesso à informações.
Inclusive quanto aos
encaminhamentos passiveis para atendimentos multissetorial, e formação
continuada para capacitá-los à identificação precoce dos sinais relacionados
aos transtornos de aprendizagem ou ao TDAH.
Bem como para o atendimento
educacional escolar dos educadores.
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| Pais e professores precisam entender sobre a TDAH |
Nesse sentido é muito
interessante e importante, pois não basta apenas colocar o estudante dentro da
sala de aula e achar que o professor deve dar conta sozinho.
É necessário oferecer um apoio
e isso significa ampliar o conhecimento dos professores com formação
continuada, acesso as informações necessárias e capacitação.
Esta lei foi publicada no dia
30 de novembro de 2021, portanto deve ser cumprido todas as opções.
Psicopedagoga, Bacharel em Direito e criadora de conteúdo digital para o Blog "Psicopedagogia no dia a dia",e "Ki Loukura de Receitas".