quinta-feira

A Educação Inclusiva e Novos Paradigmas

 A educação inclusiva e novos paradigmas escolar tem sido um foco de debates muito grande nos cursos e palestras.

A educação inclusiva é considera um novo paradigma educacional, nesse momento mundial que para se vigorar, exige muita mudança política, cultural e pedagógica.

O modelo inclusivo tem sua base a concepção dos direitos humanos, em que nos princípios de igualdade de oportunidade e valorização da diferença.

Neles  são combinados para que todas as crianças, jovens e adultos possam estar incluídos no sistema educacional regular.

Propostas Para Inclusão de Alunos Nas Escolas Regulares

A proposta inclusiva vem assumindo um papel central na discussão sobre educação para todos, a UNESCO é uma organização que vem liderando muito sobre esta discussão.

No entanto para que todos os alunos receberem uma educação de qualidade, isentos de preconceitos e estereótipos discriminatórios de exclusão das diferenças deve se ter uma nova estrutura discriminatória de exclusão das diferenças.

Contudo deve ser suplantadas novas estruturas na qual o acesso a classe comum é irrestrito. O foco sempre está na escola como um todo e na potencialidade dos alunos.

Os professores de escolas inclusivas deve sempre  respeitar o ritmo de cada um e não ter o conteúdo pronto antes de conhecerem os alunos. O novo paradigmas escolar, é a escola se adequa ao aluno.

Em contrapartida ao modelo anterior que só aceitava sob a condição de se adaptar ao padrão pré definido.

A educação inclusiva e novos paradigmas
A Educação Inclusiva e Novos Paradigmas

Novos Paradigmas Nas Escolas

Esse paradigma novo a escola é adequada ao aluno, no modelo anterior só era aceito o aluno sob a condição de que ele deve se  adaptar ao padrão pré destinado.

Segundo o qual a competição, eficiência e perfeição defini sempre o valor do individuo.

As escolas não podem sem entendidas como sendo autônomas em relação ao contexto social, e não se deve pensar que a escola não pode mudar porque pode e deve ter mudanças.

O modelo inclusivo é carregado de contradições, tanto em relação a seus princípios, quanto às suas disposições legais. A proposta de educação para todos na legislação brasileira desde a Constituição do Brasil, em 1824.

Sendo especificada na primeira e na diretrizes e base da educação, a Lei 4.024/61, que diz: 

O atendimento educacional das pessoas com deficiência, aferido os direitos dos excepcionais à educação, referencialmente dentro do sistema geral de ensino.

Apesar de que na atualidade a política de inclusão escolar vem desenvolvendo trabalhos dentro das classes regulares.

Contudo a legislação tem brechas ela possibilita a dicotomia do ensino, separando as classes comuns dos atendimentos especializados.

Nos discursos políticos e na formulação da leis já teve mudanças, começando  pela matricula que deve ser aceita nas escolas regulares. 

Função Da Escola Especial

A função das escolas especiais não é de substituir a escola regular, ela deve sim oferecer um atendimento complementar para facilitar, ou possibilitar, o aprendizado na classe regular.

Contudo percebemos que mesmo o estado criando legislações utópicas não consegue coloca-las em pratica para garantir aos alunos com necessidades especiais o seu acesso a participação e aprendizagem.

Este aluno na prática fica sem qualidade de educação por não se ter uma qualidade na estrutura funcional adequada na instituição de ensino. Segundo o autor de tem que se repensar a educando inclusiva nas escolar.

Para se ter uma  boa organização da escola deve sempre ter um  boa organização nas classes. 

Toda dimensão de organização escolar deve participar em todas as tarefas corriqueiramente, para assim encontrar uma nova forma de pensa, agir e gerir juntos aos conflitos de interesse deste aluno.

Tendo sempre isso por base, a importância de analisar o cotidiano escolar de alunos em situação de inclusão, sempre procurando saber como anda os processos de aprendizagem. 

Se esta sofrendo preconceito no interior da escola, se estão sendo excluídos ou se estão sendo incluídos pelos colegas.

O simples contato pode não ser o suficiente para a resolução do preconceito, nele se tem vários conflitos envolvidos durante o processo de socialização e não  é como um resultado da experiência direta de um  objeto.

É muito importante e fundamental ter o entendimento das contradições sociais e dos conflitos psíquicos para que a inclusão não acabe por reforçar o que tem que ser eliminado.

Todos nos seres humanos temos o direito a igualdade, dignidade, temos o direito de  gozar as liberdades estabelecidas na constituição, sem que se tenha distinção de cor, raça, sexo,  idioma, religião, opinião, nacionalidade entre tantas outras.

Esses fundamentos são aferidos tanto para os alunos normais quanto para com os deficientes ou portadores de qualquer síndrome, tudo é pela educação em conjunto.

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