sexta-feira

Transtorno Do Espectro Autista e Os Profissionais Da Àrea De Avaliação

  Avaliação Neuropsicologia contribui muito nos casos de autismo. O Transtorno do Espectro Autista é um transtorno do neurodesenvolvimento de etiologia ainda desconhecida. Ela aponta e evidencia que não tem somente uma única causa e sim que se têm interações e fatores genéticos e ambientais.

Contudo a TEA se caracteriza por prejuízos persistentes na interação e na comunicação social em vários contextos e também em vários padrões restritivos nas atitudes e nos interesses respectivos no comportamento do portador.

O diagnostico é clinico, sendo necessária a presença dos sintomas antes dos 36 meses de vida da criança.

Para se obter mais informações o trabalho em conjuntos com os profissionais sendo os psicopedagogo, neuropsicopedagogo,  neropsicologo, psicólogo, psiquiatra, neurologista, pediatra, fonoaudiólogo é  o mais correto a se fazer.

Por tanto a preocupação dos profissionais é em compreender a complexidade de compressão entre o cognitivo, o comportamento e o cérebro, tentando percebe como funciona o desenvolvimento atípico ou patológico da criança portadora.

Transtorno do espectro autista  e os profissionais da area de avaliação
Transtorno do Espectro Autista  e os Profissionais da Área de Avaliação

Neuropsicopedagogia e o Atendimentos

A neuropsicopedagogia tem um papel importante no atendimento ao aluno com TEA o que tenha suspeita em tê-la.

Com as avaliações o aplicadas às intervenções baseadas nas evidencias científicas se estabelece um prognostico e com isso se tem um ganho de habilidades pouco desenvolvido hoje.

Nas intervenções neuropsicopedagogia a busca para identificar as alterações no desne4volvimento cognitivo do individuo é bastante grande.

As avaliações com o sujeito portador de TEA devem ser muito minuciosa, planejada sempre atendendo a necessidade da criança, os instrumentos usados devem ser sensíveis às características clinicas e especificidades de cada caso.

 

Transtorno de Déficit de Atenção Com Hiperatividade

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento, é qualificado pela existência de padrões incessantes de desatenção ou também de hiperatividade/impulsividade que interfere no funcionamento ou no desenvolvimento do paciente.

Tem a predominância na infância e na fase adulta, constituindo um transtorno crônico.

Geralmente ele já começa a dar sinais antes da criança entrar na escola, o déficit relacionado desde as limitações que são bastante especificas.

Na aprendizagem e no controle do funcionamento executivo, até os prejuízos globais em habilidades sociais e intelectuais.

Os sintomas da TDAH pode interferir de maneira bastante significativa em diversos aspectos da vida do portador da síndrome.

Ele promove dificuldade em atividades diária da criança, nas relações interpessoais e no desenvolvimento acadêmico e profissional.

As pessoas diagnosticadas com TDAH apresenta maior prevalência de condutas opositoras.

As circunstâncias que implica as pessoas adultas com TDAH em estarem mais propensas a transtornos.

Os disruptivo do comportamento, problemas acadêmicos, problemas profissionais, comorbidade com humor.

Com ansiedade transtornos por uso de substancias distúrbios de aprendizagem déficit executivos desregularização do emocional e deficiência funcional.

O diagnostico do TDAH é fundamentalmente clinico, a neuropsicopedagogia se faz necessária nesse processo de avaliação.

 

Transtorno do espectro autista  e os profissionais da area de avaliação
Transtorno do Espectro Autista  e os Profissionais da Área de Avaliação   
 

Faz a investigação das funções cognitivas que permite que o sujeito tenha depois da avaliação um direcionamento e terá como se ter um planejamento para um melhor acompanhamento junto aos profissionais.

Apartir dessa avaliação terá a possibilidade real para ser definido os fundamentos cognitivos comumente associados ao TDAH.

Atualmente há muitos livros infantis sobre o TDAH que contribui para ajudar essas crianças a se verem de um modo mais positivo e se conhecer mais.


 

Avaliação e Diagnóstico na Neuropsicológica e o Conhecimento Cognitivo 

A avaliação neuropsicopedagógica tratam do conhecimento cognitivo, o comportamento e a atividade do sistema nervoso em condições normais e patológicas.

Sua natureza é multidisciplinar, tomando apoio na anatomia, na fisioterapia, na neurologia, na psicologia, na psiquiatria, na etologia entre as mais importantes.

Com essa perspectiva profissional este conhecimento visa ao tratamento dos distúrbios de cognição e do comportamento secundário ao comportamento do sistema nervoso.

No campo da neuropsicopedagogia existem intervenções que são feitas e tem por duração investigar a função cognitiva que é u conhecimento complexo e práxis na atividade motora fina dos sujeitos portadores.

Busca com tudo elucidar os distúrbios de atenção, memória e senso percepção, além de e de alterações cognitivas especificas como gnose, abstração, capacidade de raciocínio, calculo e planejamento diferenciados.

Em avaliações mais complexas é realizadas por especialista devidamente capacitado e treinado nas avaliações das funções nervosas superiores e utiliza se testes neurológicos e psicológicos específicos, padronizados e validados.

Conforme o autor diz em seu livro avaliação psicopedagógica cognitiva, você pode aprofundar melhor seus conhecimentos.

Sendo também realizados em etapas sucessivas, baseando em dados corporativos segundo o esperado para cada faixa etária, nível socioeconômico e escolaridade do paciente portador.

O pedido desta testagem é minuciosamente testado, é feito por médicos geriatras, neurologistas, psiquiatras e psicólogos. Além de outros profissionais que julgarem ser necessário.

Sendo para se norteado indicações terapêuticas medicamentosas e de reabilitação com técnicas especificas aplicadas a distúrbios por déficit de atenção com ou sem hiperatividade associada.

Diagnostico diferencial de déficit cognitivo e avaliação de distúrbios mentais.

Assim, com as demências isquêmicas por multi-infarto, Alzheimer e outras, sendo também útil para diagnostico diferencial de depressão.

A importância do neuropsicólogo nesse processo de saúde mental consiste em atuar no diagnostico.

No acompanhamento no tratamento e na pesquisa de cognição das emoções, de personalidade e do comportamento sob o enfoque de relação entre estes espectros e funcionalidade cerebral.

quinta-feira

A Educação Inclusiva e Novos Paradigmas

 A educação inclusiva e novos paradigmas escolar tem sido um foco de debates muito grande nos cursos e palestras.

A educação inclusiva é considera um novo paradigma educacional, nesse momento mundial que para se vigorar, exige muita mudança política, cultural e pedagógica.

O modelo inclusivo tem sua base a concepção dos direitos humanos, em que nos princípios de igualdade de oportunidade e valorização da diferença.

Neles  são combinados para que todas as crianças, jovens e adultos possam estar incluídos no sistema educacional regular.

Propostas Para Inclusão de Alunos Nas Escolas Regulares

A proposta inclusiva vem assumindo um papel central na discussão sobre educação para todos, a UNESCO é uma organização que vem liderando muito sobre esta discussão.

No entanto para que todos os alunos receberem uma educação de qualidade, isentos de preconceitos e estereótipos discriminatórios de exclusão das diferenças deve se ter uma nova estrutura discriminatória de exclusão das diferenças.

Contudo deve ser suplantadas novas estruturas na qual o acesso a classe comum é irrestrito. O foco sempre está na escola como um todo e na potencialidade dos alunos.

Os professores de escolas inclusivas deve sempre  respeitar o ritmo de cada um e não ter o conteúdo pronto antes de conhecerem os alunos. O novo paradigmas escolar, é a escola se adequa ao aluno.

Em contrapartida ao modelo anterior que só aceitava sob a condição de se adaptar ao padrão pré definido.

A educação inclusiva e novos paradigmas
A Educação Inclusiva e Novos Paradigmas

Novos Paradigmas Nas Escolas

Esse paradigma novo a escola é adequada ao aluno, no modelo anterior só era aceito o aluno sob a condição de que ele deve se  adaptar ao padrão pré destinado.

Segundo o qual a competição, eficiência e perfeição defini sempre o valor do individuo.

As escolas não podem sem entendidas como sendo autônomas em relação ao contexto social, e não se deve pensar que a escola não pode mudar porque pode e deve ter mudanças.

O modelo inclusivo é carregado de contradições, tanto em relação a seus princípios, quanto às suas disposições legais. A proposta de educação para todos na legislação brasileira desde a Constituição do Brasil, em 1824.

Sendo especificada na primeira e na diretrizes e base da educação, a Lei 4.024/61, que diz: 

O atendimento educacional das pessoas com deficiência, aferido os direitos dos excepcionais à educação, referencialmente dentro do sistema geral de ensino.

Apesar de que na atualidade a política de inclusão escolar vem desenvolvendo trabalhos dentro das classes regulares.

Contudo a legislação tem brechas ela possibilita a dicotomia do ensino, separando as classes comuns dos atendimentos especializados.

Nos discursos políticos e na formulação da leis já teve mudanças, começando  pela matricula que deve ser aceita nas escolas regulares. 

Função Da Escola Especial

A função das escolas especiais não é de substituir a escola regular, ela deve sim oferecer um atendimento complementar para facilitar, ou possibilitar, o aprendizado na classe regular.

Contudo percebemos que mesmo o estado criando legislações utópicas não consegue coloca-las em pratica para garantir aos alunos com necessidades especiais o seu acesso a participação e aprendizagem.

Este aluno na prática fica sem qualidade de educação por não se ter uma qualidade na estrutura funcional adequada na instituição de ensino. Segundo o autor de tem que se repensar a educando inclusiva nas escolar.

Para se ter uma  boa organização da escola deve sempre ter um  boa organização nas classes. 

Toda dimensão de organização escolar deve participar em todas as tarefas corriqueiramente, para assim encontrar uma nova forma de pensa, agir e gerir juntos aos conflitos de interesse deste aluno.

Tendo sempre isso por base, a importância de analisar o cotidiano escolar de alunos em situação de inclusão, sempre procurando saber como anda os processos de aprendizagem. 

Se esta sofrendo preconceito no interior da escola, se estão sendo excluídos ou se estão sendo incluídos pelos colegas.

O simples contato pode não ser o suficiente para a resolução do preconceito, nele se tem vários conflitos envolvidos durante o processo de socialização e não  é como um resultado da experiência direta de um  objeto.

É muito importante e fundamental ter o entendimento das contradições sociais e dos conflitos psíquicos para que a inclusão não acabe por reforçar o que tem que ser eliminado.

Todos nos seres humanos temos o direito a igualdade, dignidade, temos o direito de  gozar as liberdades estabelecidas na constituição, sem que se tenha distinção de cor, raça, sexo,  idioma, religião, opinião, nacionalidade entre tantas outras.

Esses fundamentos são aferidos tanto para os alunos normais quanto para com os deficientes ou portadores de qualquer síndrome, tudo é pela educação em conjunto.

Pedagogo no Âmbito Escolar


O pedagogo no âmbito escolar, trabalha na orientação,ajuda na elaboração do plano de trabalho junto aos docente, deixando claro o que contar dentro de seus planejamentos de ensino.

Expressa o planejamento das aulas do professor, tendo sua periodicidade em função do sistema de avaliação.

O plano expressa a organização do trabalho no âmbito escolar, bem como respalda e legitima a metodologia de aula, os critérios avaliativos, os recursos avaliativos utilizados e a definição de pesos dos instrumentos de avaliação.

O plano de trabalho, portanto, não é um documento do professor, embora seja elaborado por ele em função da previsão das suas aulas.

É um documento do estabelecimento de ensino e deve ser realizado a cada início de bimestre e entregue, impreterivelmente, a equipe pedagógica a fim de respaldar as intencionalidades da ação docente.

O plano de trabalho docente terá a mediação do pedagogo, no sentido de orientar a definição dos elementos do trabalho pedagógico: currículo, avaliação, instrumentos metodológicos e avaliativos.

Não há necessidade do professor apresentar o seu plano em forma de quadro.

O plano expressa movimento e pode ser descrito pelo professor a partir dos elementos que o constituem.

Fica, portanto, a critério do professor a organização visual a partir do quadro.

   

Pedagogo no ambito escolar
Pedagogo no âmbito escolar

Elementos do plano de trabalho do docente

O conhecimento é o objeto de trabalho do professor. Sua ação pedagógica consiste em dar conta do ensino e da aprendizagem dos conteúdos por parte do aluno.

O conteúdo é o recorte geográfico, histórico, político, filosófico, cultural e científico do conhecimento.

O conhecimento universal produzido historicamente pelo coletivo da humanidade, apropriado, ré - apropriado, produzido e reconstruído pelos alunos a partir dos conhecimentos.

Deve ressaltar que estes conteúdos de ensino devem responder aos objetivos definidos pela disciplina na Proposta Pedagógica, bem como ao objetivo da educação.

Expressam a visão de mundo, de homem, de sociedade, pensados a partir do Projeto Político Pedagógico.

Portanto, o que define o recorte do conteúdo é a intencionalidade do trabalho docente definida pelo professor na proposta pedagógica e não o livro didático adotado pelo estabelecimento de ensino.

A cada conteúdo escolhido cabe ao professor questionar: por que este e não aquele conteúdo?

Com qual intencionalidade este conteúdo será trabalhado com esta ou outra série e de que forma será, então, trabalhado?

Os conteúdos do Plano de trabalho docente não são anuais, são bimestrais uma vez que o sistema de avaliação é bimestral.

A lista de conteúdos anuais está na Proposta pedagógica curricular, a qual deverá ser utilizada para elaborar o plano. 

Objetivos e Critérios De Avaliação

Expressam a intencionalidade dos conteúdos selecionados pelo professor.

São, assim, os desdobramentos dos conteúdos previstos anualmente na Proposta Pedagógica. São específicos, voltados ao conteúdo e não à disciplina, portanto, não se repetem em todos os Planos de Trabalho Docente.

Os objetivos da disciplina já estão definidos na Proposta Pedagógica Curricular, os quais subsidiarão a definição dos conteúdos no Plano de Trabalho Docente.

Significa que o conteúdo trabalhado expressa uma intenção. Ela é representada nos objetivos. Contudo, não há a preocupação, de forma alguma, de o com o tipo de verbos que serão ou não usados.

A lista de verbos específicos usadas na década de 70 e 80 expressa a lógica tecnicista de controle do comportamento do futuro trabalhador no contexto da ditadura militar.

Os Critérios De Avaliação São o Espelhamento Dos Objetivos

Critérios não são pesos, não são instrumentos! Eles respondem às expectativas de aprendizagem que o professor tem do aluno em relação ao que foi trabalhado com o conteúdo de ensino.

Portanto, comportamento, participação, pontualidade, erros de ortografia, apresentação, estética, não são avaliados em disciplinas por onde estes supostos critérios não representarem os seus conteúdos.

Exemplo: alguns deles, em consonância com os objetivos, podem ser avaliados em Língua Portuguesa, Educação Física ou Artes.

Destaca-se que escrita correta - ortografia e concordância - é condição de uso da língua escrita e não opção para ser avaliada.

O aluno impreterivelmente deve ser cobrado e corrigido, em sua escrita, por todos professores.

Com base nestes critérios sucintamente representados e definidos a partir dos objetivos é que serão pensados os instrumentos metodológicos, avaliativos e seus pesos. 

Depois de finalizarem seus planos os professores devem entregar duas cópias para o pedagogo, como muitos autores descrevem que deve ser feito, saiba mais.

Psicopedagogia Escolar


A Psicopedagogia escolar pode ser entendida como uma psicologia de caráter prático e aplicado. 
 
Ela têm fins preventivos ou curativos aplica os princípios da psicologia geral e da psicopedagogia educacional visando a promoção de crianças sendo esses alunos comuns ou de classes especiais. 
 
Também é ampliada para abranger adolescentes e adultos que frequentam instituições de ensino, pais, professores, comunidade, enfim, todos que são educado ou que influenciam no processo educacional. 
 
 
Psicopedagogia Escolar
Psicopedagogia Escolar

 
Atendimento psicopedagógico 
 
A Psicopedagogia almeja atender as necessidades educacionais.
 
Deve promover na escola o processo social, de construção cognitiva e de linguagem com formação simbólica de incorporação de conhecimentos e experiências.
 
Deve ter formação de hábitos, uma vez que são básicas para o desenvolvimento do ser humano.
 
Não deve limitar-se, mas deve ir além do comportamento manifesto e das contingências imediatas de aprendizagem.
 
Contudo deve preocupar-se com o ambiente em que o aluno se insere e também em suas relações.
 
E para obter uma compreensão mais ampla da realidade escolar, deve lançar mão de recursos como visitas domiciliares, observação das classes, reuniões com professores, recreações com os alunos e entrevistas individuais.
 
 
Atendimento Escolar Psicopedagógico
 
Na escola o trabalho psicopedagógico deve ser atuado em nível de planejamento de currículo, assessoria ao professor, integração de alunos, contato com comunidade e pais, assessoria à direção, e pesquisas em educação.
 
Também da orientação psicopedagógica, atendimento clinico de distúrbios de aprendizagem, aconselhamento, aplica de testes, psicodiagnóstico, reeducação psicomotora, orientação vocacional e sexual.
 
Tem papel preventivo na detectação de problemas, função dele na escola é de orientar nas dificuldades escolares e de aprendizagem, deve atuar junto no plano curricular da escola.
 
Cabe-lhe a aplicação dos princípios da psicologia da aprendizagem, da motivação, do desenvolvimento e do ajustamento para o estudo do comportamento escolar e do seu meio educacional.
 
Tendo como o objetivo de facilitar a aprendizagem e o desenvolvimento humano através da prevenção, identificação, avaliação e reeducação dos problemas educacionais nos diversos níveis de escolaridade.
 
 
Governo, Escola e Família
 
O futuro do ser humano depende da família, da escola, do governo, enfim, de todos os seres humano, pois, vivendo-se em sociedade, o seu amanhã tem uma infinita dependência do seu hoje e de próximos dias.
 
Só a educação e o trabalho encarados com responsabilidade através do preparo do jovem para o futuro oferecerá condições para o contínuo progresso da humanidade.
 
O cidadão é aquele indivíduo que se insere na vida social que prende com a cultura das relações sociais onde ele vive. O autor no livro psicopedagogia na escola aprofunda mais sobre .
 
É aquele que ao ser orientado no domínio das conquistas da civilização consegue compreender a realidade histórica e social que está ao seu redor.
 
Enfim, volta-se para a formação do aluno como sujeito do seu conhecimento e atuante no sentido de uma participação mais no processo político e cultural como construtor e crítico do seu momento histórico.
 
 
Ensino Fundamental e Médio
 
O ensino fundamental e médio junto à comunidade ele tem a função de apresentação do aluno para a sociedade, isto é, atende a comunidade-família-escola.
 
Com isso ele tem uma visão da totalidade das relações sociais propiciando melhores condições de sobrevivência para a comunidade, onde o educando seja capaz de racionar, analisar, participar e elaborar questões do cotidiano.
 
Contribuir para uma maior socialização e melhoria do ensino, num trabalho integrado comunidade-escola, com vistas ao atendimento integral e harmonioso da sua personalidade.
 
Ensino Fundamental – compõe juntamente com a educação infantil e o ensino médio, o que a Lei Federal N.º 9394, de 1996 – nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Normal.
 
No ensino médio as etapa final do processo educacional que a nação considera básica para o exercício da cidadania.
 
É a base para o acesso às atividades produtivas, para o prosseguimento nos níveis mais elevados e complexos de educação e para o desenvolvimento pessoal.
 
Tem a finalidade de desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores” (Art. 22, Lei n.º 9394/96).
 
Deve assegurar a todos os cidadãos a oportunidade de consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental; aprimorar o educando como pessoa para o trabalho e a cidadania.
 
Portanto o Ensino Médio é a etapa final de uma educação geral, afinada com a contemporaneidade, com a construção de competências básicas, que situem o educando como sujeito produtor de conhecimento e participante do mundo.
 
Na perspectiva da nova Lei, o Ensino Médio, como parte da educação escolar, integra numa mesma e única modalidade, finalidades para oferecer uma educação equilibrada, com a função equivalente para todos os educadores. 
 

Dislexia a Dificuldade De Aprender a Ler e a Escrever

Dislexia  a dificuldade de aprender a ler e a escrever é um transtorno genético e hereditário da linguagem, ele é de origem neurobiológica, sua característica é pela dificuldade de reconhecer o estimulo escrito ou o símbolo gráfico.

A dislexia compromete a capacidade de aprender a ler e escrever com correção e fluência e de compreender um texto que esta lendo. Ela é um transtorno genético e hereditário da linguagem de origem.

A lentidão na aprendizagem a dificuldade de concentração, as palavras escritas de forma estranhas, as dificuldades de soletrar e a troca de letras com sons ou grafias parecidas são alguns dos sinais da dislexia.

A mudança no comportamento da criança esta entre a principal forma de perceber que a algo de errado acontecendo na vida dela, seu comportamento agitado, a falta de interesse pelo estudo são sinais que os pais devem ficar atentos.

Dislexia a dificuldade de aprender a ler e a escrever
Dislexia a Dificuldade De Aprender a ler e a Escrever

Os Sintomas da Dislexia

A pessoa portadora tem atraso no desenvolvimento inicial da linguagem, tem dificuldade para reconhecer as diferença entre os sons semelhantes e a aprendizagem lenta de novas palavras, também tem dificuldade de copiar do quadro ou do livro.

Tem muita dificuldade para aprender habilidades de leitura, escrita e ortografia.

Na dislexia o individuo portador tem alguma dificuldade de reconhecimento de palavras, de soletração, decodificação, lentidão na leitura e escrita, inversão de letras e números e também problema de memorização.

Na dislexia adquirida o sujeito tem uma área cerebral danificada por um acidente é a área de Werneck.

Já na dislexia genética existe uma disfunção no cromossomo seis, isso não significa que por ela ser genética ela será hereditária,  o pai ou a mãe podem ser disléxicos mas os filhos pode não  ser ou vice versa.

Pode detectar a dislexia os exercícios de leitura, na fala simples, instável e incompleta, nos problemas de concentração entre tantos outras.

A dislexia não configura como uma doença. Como também uma criança com autismo pode ter ambas condições associadas, mas é mais difícil de se perceber, pois o autista já apresenta déficits perceptivos, sensoriais nas funções executivas e de percepção social.

Causas da Dislexia

 A dislexia é um transtorno neurológico tendo um forte fator genético e tem a hereditariedade a causa mais comum, também podendo ser desencadeada por problemas estruturais cerebrais e por comprometimento do sistema nervo central durante a formação do feto.

Os médicos neurologista, psicopedagogos, fonoaudiólogos e os psicólogos são os mais indicados para acompanhar o sujeito com dislexia, mas o profissional especialista nesta demanda é o psicopedagogo.

Benefícios Assistenciais Para Portador de Dislexia

O individuo diagnosticado com dislexia tem o direito de receber o benefício BPC-LOAS que é o benefício assistencial de prestação continuada, sendo necessário a comprovação da deficiência ou doença grave que gera incapacidade e também deve ser família de baixa renda.

Graus de Dislexia

A dislexia possui três graus que é o leve, o moderado e o grave. O grave é o que interfere na aprendizagem das palavras e da leitura.

É indicado que se faça o diagnostico no oitavo ano de vida do sujeito, porem os pais devem ficar atentos no desenvolvimento da criança a partir dos seu dois anos de vida fase em que já se pode indicar alguns sinais.

Aparentemente o cérebro da criança com dislexia apresenta um padrão de ativação neural mais difuso, tendo dificuldade em gerar associação do campo visual da leitura.

A criança com dislexia pode exigir mais atenção no recrutamento das palavras do que nos estágios mais avançados de leitura e tem a necessidade de enviar um grande esforço mental.

Contudo na dislexia é normal analisar a dificuldade na memorização e entendimento das atividades que envolvem letras ou números ou qualquer atividade verbal.

Tratamento Básico Com o Portador De Dislexia

O individuo com dislexia deve ser tratado com naturalidade, deve ser usado a linguagem direta, clara e objetiva quando for dirigido a ele. 

Sempre trazer este aluno para perto da lousa e da mesa do professor, estar sempre a tento verificando se ele está mostrando entendendo.

Esse aluno deve ser estimulado sempre no seu aprendizado, deve ser incentivado a aprender e a realizar suas atividades com palavras e textos. Ao orientar com clareza de exemplos práticos. 

As Atividades a Serem Desenvolvida

Aulas cantadas são aliadas no tratamento da dislexia, os jogos eletrônicos, caça palavra, palavras cruzadas etc.

O disléxico enxerga o texto como se as letras estivessem saltando do texto de um lado para o outro. o autor do livro de dislexia e avaliação aprofunda mais sobre o tema.

Direito a Inclusão Na Escolar

A constituição federal no seu artigo 205,206, 207 e 208 nas normas gerais da educação e a lei nº 13.146/15 lei de inclusão da pessoa com deficiência.

A lei deixa bem claro o direto ao portador de deficiência assegurado o seu direito de inclusão escolar.

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